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segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

A Bíblia é

A Bíblia Sagrada é o livro
Que fala de salvação
                                                         
Mostra a fé inabalável
Como a história de Abrão.
A Bíblia Sagrada é o livro
Que fala de mandamento
De Deus entregando a Moisés
E pedindo cumprimento.

A Bíblia Sagrada é o livro
Que conta a vida de Jó
De sua paciência na doença
E o que aconteceu à mulher de Ló

A Bíblia Sagrada é o livro
Dos lindos Salmos de Davi
Na alegria e sofrimento
Sabia chorar e sorrir.

 A Bíblia Sagrada é o livro
Que conta a história de Jesus
Que pra salvar a humanidade
Teve morte sangrenta na cruz

Por isso, caro leitor,
Hoje lhe faço um apelo
Presenteie e leia a Bíblia
E encontrará sábios conselhos.

Dando a Bíblia estará ensinando
Como a Pessoa se salvar
Lendo a Bíblia e praticando
Com Cristo irá se encontrar.

Fonte: FESOFAP | Adaptado Sou da Promessa

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

A Glória de Deus, Fim Último de Todas as Coisas!




por Hernandes Dias Lopes

Deus, e não o homem, é o centro do universo. O homem é um ser criado e dependente enquanto Deus é o criador e auto-existente. Deus é completo e perfeito em si mesmo. Ele não depende da criação para ser Deus nem deriva glória dela para ser pleno. Muito embora Deus seja uno também é trino. É um só Deus em três pessoas distintas, de tal forma que o Pai não é o Filho nem o Filho o Pai. O Filho não é o Espírito Santo nem o Espírito Santo é o Pai. Essas três Pessoas divinas e distintas, desde toda a eternidade, resolveram criar todas as coisas para o louvor da sua glória e formar o homem à sua imagem e semelhança, a fim de que este o conhecesse e o glorificasse, pela riqueza de sua graça.

A despeito da raça humana ter caído em desventura e pecado, Deus não desistiu de nós, antes enviou-nos seu bendito Filho, para ser nosso redentor. Tanto o amor de Deus por nós é eterno como também é eterna
sua provisão para nosso pecado, uma vez que, nos decretos de Deus, o Cordeiro de Deus foi morto desde a fundação do mundo (Ap 13.8). Deus jamais desistiu de nos amar e nos atrair para si com cordas de amor.
Seu amor é eterno, incondicional, perseverante e sacrificial. Deus nos amou quando nós éramos fracos, ímpios, pecadores e inimigos. Estando nós perdidos, Deus nos encontrou. Estando nós cegos, Deus iluminou os olhos da nossa alma. Estando nós mortos em delitos e pecados, Deus nos deu vida juntamente com Cristo. E por que Deus fez tudo isso? Para o louvor da sua glória!

A glória de Deus é o fim último de todas as coisas. Todas as coisas foram criadas e existem para que Deus seja glorificado. O apóstolo Paulo, escrevendo aos Romanos, sintetiza essa magna verdade, nos seguintes termos: “Porque dele, por meio dele, e para ele são todas as coisas” (Rm 11.36). Chamamos a atenção, portanto, para três verdades aqui:

1. Deus é a origem e o dono de todas as coisas. O universo não veio à existência por geração espontânea nem surgiu de uma explosão cósmica. Em vez de ser o resultado de uma evolução de milhões e milhões de anos, foi criado por Deus para a sua própria glória. Deus é a fonte e Deus é dono do universo. Não há um centímetro sequer do vasto cosmos onde Deus não possa dizer: “Isto foi criado por mim. Isto é meu. Isto existe para a minha glória”.

2. Deus é o sustentador de todas as coisas. Não apenas todas as coisas são de Deus, mas também, todas as coisas são por meio dele. Deus não é apenas o criador do universo e tudo o que nele há, é também seu sustentador. Deus não é apenas transcendente, é também imanente. Não apenas está fora da criação, é maior do que ela e independente dela, mas interfere na criação e dela cuida. Em Deus nós vivemos, nos movemos e existimos. É Deus quem nos dá respiração e tudo o mais. Ele é o nosso criador e provedor. Ele é o Deus da criação e também o Deus da providência. Ele é o Deus que perdoa as nossas iniquidades e nos
coroa de graça e misericórdia.

3. Deus é a razão máxima para a qual todas as coisas existem. Paulo conclui dizendo que todas as coisas são para ele. Fomos criados por Deus e nossa existência não encontra seu pleno significado enquanto não nos voltamos para Deus. Não vivemos para nós mesmos. Não somos o fim último de nossa própria existência. Não viemos a este mundo para construirmos monumentos a nós mesmos. Fomos criados e salvos para o louvor da sua glória. O universo deve ser o palco iluminado onde resplandece a glória de Deus. Nossa vida deve ser a plataforma onde se desenrola o eterno, perfeito e vitorioso projeto divino, cujo fim último é a manifestação da glória de Deus. É quando vivemos nessa dimensão que encontramos deleite e prazer na vida. É quando focamos nossa vida em Deus que encontramos a nós mesmos. É quando vivemos para Deus, que ele é glorificado em nós e nós sentimos mais prazer nele!

***
Fonte: Palavra da Verdade

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

O que é sabedoria?


por George Whitefield 
In: Cristo: Sabedoria, justiça,  santificação e redenção 
"Mas vós sois dele, em Cristo Jesus, o qual se nos tornou da parte de Deus sabedoria, e justiça, e santificação, e redenção." 1Co 1:30
No que, então consiste a sabedoria verdadeira? Se eu lhes perguntasse, talvez alguns responderiam: "em satisfazer a concupiscência da carne, e em dizer à sua alma: come, bebe, e se alegre", essa porém não passa de sabedoria de ignorantes, os quais têm tanto gosto e apetite pelos prazeres sensuais, como o maior epicurista na terra. 

Outros me diriam que a verdadeira sabedoria consiste em adquirir casas e campos e em chamar as terras pelos seus próprios nomes. No entanto, essa não pode ser a verdadeira sabedoria, pois as riquezas freqüentemente criam asas e voam para longe, como uma águia em direção aos céus. Até a própria sabedoria nos assegura que "a vida do homem não consiste na abundância das coisas que possui". Vaidade, vaidade, todas essas coisas são vaidade, pois se as riquezas não abandonam o dono, o dono logo terá que deixar as riquezas, "porque os ricos também devem morrer, e deixar suas riquezas aos outros"; suas riquezas não podem livrá-los do sepulcro, para onde todos nós estamos indo rapidamente.

Mas talvez vocês desprezem as riquezas e os prazeres e, portanto digam que a sabedoria é aquela que se acha nos livros. Contudo é possível que saibam contar o número das estrelas e citar os nomes de todas elas, e ainda permaneçam tolos. Os homens cultos nem sempre são sábios; não, a cultura que geralmente recebemos — tão louvada por todos — torna os homens em meros estultos habilidosos. 

Não querendo deixá-los num suspense, mas intentando humilhá-los ao mesmo tempo, vou mandá-los para uma escola pagã, a fim de aprenderem o que é a sabedoria verdadeira. Conhece-te a ti mesmo era o ditado de um sábio da Grécia; essa certamente era sabedoria verdadeira, e semelhante àquela mencionada no texto, o qual diz que Jesus Cristo Se tornou sabedoria para todos os eleitos. Eles são obrigados a conhecerem a si mesmos, de modo que não tenham um conceito elevado de si próprios. 

Antes estavam nas trevas; agora, são luz no Senhor; e nessa luz, vêem as suas próprias trevas; agora lastimam sua condição de criaturas caídas por natureza, mortas nas transgressões e nos pecados, filhos e herdeiros do inferno, e filhos da ira. Percebem agora que toda a sua justiça é apenas como trapos de imundícia; que não há saúde na sua alma; que são pobres e miseráveis, cegos e nus; e que não há outro nome dado debaixo dos céus, mediante o qual possam ser salvos, senão o de Jesus Cristo. Vêem a necessidade de abraçar o Salvador, e percebem a sabedoria de Deus ao designá-lO para ser Salvador. Além disso, são tornados dispostos a aceitarem a salvação segundo as condições impostas por nosso Senhor, e a recebê-lO como seu tudo; assim Cristo Se lhes torna sabedoria.

domingo, 30 de setembro de 2012

A diferença entre união e comunhão



por Kelly Kapic
In: Comunhão com o Deus Trino

Crentes estão unidos a Cristo em Deus pelo Espírito. Essa união é uma ação unilateral de Deus, na qual aqueles que estavam mortos são vivificados, aqueles que viviam nas trevas começam a ver a luz e aqueles que estavam escravizados ao pecado são libertos para serem amados e para amar. Quando se fala em “união”, deve ficar claro que o ser humano é meramente receptivo, sendo objeto da ação graciosa de Deus. Essa é a condição e o estado de todos os santos verdadeiros.

A comunhão com Deus, no entanto, é distinta da união. Aqueles que estão unidos a Cristo são chamados para responder ao amor atrativo de Deus. Enquanto a união com Cristo é algo invariável, a experiência que uma pessoa tem da comunhão com Cristo pode oscilar. Essa é uma distinção teológica e empírica importante, pois protege a verdade bíblica de que somos salvos pela livre e radical graça divina. Além do mais, essa distinção também protege a verdade bíblica de que os filhos de Deus têm um relacionamento com o seu Senhor e de que há coisas que os crentes podem fazer para contribuir ou atrapalhar tal relacionamento.

Quando um crente lida confortavelmente com o pecado (pecados propositais ou de omissão), isso invariavelmente afeta seu nível de intimidade com Deus. Não é que o amor do Pai aumente ou diminua por seus filhos de acordo com suas ações, pois seu amor é constante. Não quer dizer que Deus se afasta de nós, mas nós nos afastamos dele. O pecado isola o crente, fazendo que se sinta distante de Deus. Depois, vêm as acusações – tanto de Satanás como de nós mesmos – que podem fazer o crente preocupar-se e entender que está sob a ira de Deus. Na verdade, no entanto, os santos não estão sob a ira, mas sob a sombra segura da cruz.

Embora a perseverança de um crente na oração, na adoração comunitária e na meditação bíblica não seja o que faz Deus o amar mais ou menos, tais atividades contribuem para promover uma bela experiência de comunhão com Deus. Entregar-se às tentações e negligenciar a devoção a Deus ameaça a comunhão, mas não a união. É essa união que encoraja o crente a retornar do pecado para Deus, que é rápido em perdoar, cheio de compaixão e fiel em seu amor infinito.

sábado, 15 de setembro de 2012

Obediência


Obediência 


LEITURA BÍBLICA 
Neemias 5.1-13 



Sacudi a dobra do meu manto e disse: Deus assim sacuda de sua casa e de seus bens todo aquele que não mantiver a sua promessa. Tal homem seja sacudido e esvaziado! Toda a assembleia disse: “Amém!”, e louvou o Senhor. E o povo cumpriu o que prometeu (Ne 5.13). 



A situação do povo de Jerusalém após o retorno do exílio babilônico não era fácil. Além da destruição, a injustiça e a exploração habitavam as ruas da cidade. As péssimas condições sociais geraram um verdadeiro caos, e por todo lugar crescia a desigualdade entre os próprios judeus. Algumas pessoas aproveitaram a desorganização social para oprimir os mais pobres, com alta cobrança de juros e penhora de bens e até de pessoas. Viver em Jerusalém nos dias de Neemias não era agradável: uns poucos enriqueciam explorando pessoas cada vez mais miseráveis. A vida era limitada pela ganância. 

Mas um dia Deus mostrou uma oportunidade para abrir o coração e deixar ecoar a voz do sofrimento. Alguns que não suportaram mais a exploração foram até Neemias e apresentaram toda a sua indignação com a violência e os maus tratos. Ele era um homem de Deus, responsável pela reconstrução física, espiritual, emocional e social de Jerusalém. Neemias não ficou calado diante de tanta injustiça. Agiu como um servo de Deus deve agir e encontrou forças no Senhor para mostrar que somente o verdadeiro temor a Deus e aos seus mandamentos possibilita a reconstrução de uma sociedade. Teve coragem de trazer à tona as práticas contrárias à Lei do Senhor e tornar evidente a tristeza de Deus. Enfrentou os opressores, desmascarou a ganância e mostrou que a obediência a Deus deve ser o principal objetivo de um povo. Deus é o justo juiz sobre a vida de todos, e somente a ele cabe abençoar ou “sacudir e despojar” aquele que, ao invés de fazer o bem, usa sua vida para amaldiçoar os que estão próximos. Viva para Deus, obedecendo aos seus mandamentos, e faça parte do seu povo! - CM 

sábado, 8 de setembro de 2012

Siga a Cada dia Com Jesus.

           
                             

               “Se alguém tem sede, venha a mim e beba.” 
Jo 7.37
Na festa dos Tabernáculos Jesus clamou ao povo sedento: “Se alguém tem sede venha a mim e beba, quem crer em mim conforme diz a Escritura, rios de água viva fluirão do seu interior”. Esse convite é dirigido também a você. Há uma sede em seu coração que o dinheiro, o sexo e o poder não podem satisfazer.
Deus colocou a eternidade no seu coração e nada daquilo que é terreno pode satisfazer sua alma. Esse convite é para um relacionamento pessoal com Jesus. Não basta ouvir falar de Jesus, é preciso vir a Jesus. Não basta saber que a água é boa; é preciso beber dessa água. Jesus o convida a crer nele não de acordo com o que dizem os homens, com as suas conveniências, mas como diz a Escritura. Jesus promete uma vida pura, abundante e feliz.
Se agora mesmo você colocar sua confiança em Jesus, terá dentro uma fonte que vai jorrar para a vida eterna. Haverá abundância de paz em sua alma. Haverá uma alegria indizível em seu coração. Haverá uma vida maiúscula à sua disposição. Corra agora mesmo para os braços de Deus e beba da água da vida.
– Deus de imensa graça, dessedenta a minha alma cansada. Dá o alívio necessário ao meu coração árido! Preciso de teu socorro. Eu quero experimentar da tua água. Em nome de Jesus. Amém.
Luz para o Caminho • lpc.org.br/cada-dia
CC BY-NC-ND 3.0 • This work is licensed under a Creative Commons Atribuição-Uso não-comercial-Vedada a criação de obras derivadas 3.0 Brasil License

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Como falhamos ?



por John Piper

1) Deus nos criou para a sua glória.
2) Portanto é nossa obrigação viver para a sua glória.
3) Deus nos criou para a sua glória.

1) Deus nos criou para a sua glória.
Trazei meus filhos de longe e minhas filhas, das extremidades da terra, a todos os que são chamados pelo meu nome, e os que criei para minha glória (Is 43.6, 7).

A compreensão correta de tudo na vida começa com Deus. Ninguém jamais entenderá a necessidade da conversão se não souber por que Deus nos criou. Ele nos criou "à sua imagem", para difundirmos sua glória no mundo. Fomos feitos para sermos prismas que refratam a luz da glória de Deus em tudo na vida. Por que Deus quis deixar que ajudássemos a refletir sua gloria é um grande mistério. Chame-o graça, ou misericórdia, ou amor —é urna maravilha indizível. Antes não éramos. Passamos a existir — para a glória de Deus!

2) Portanto é nossa obrigação viver para a sua glória
Quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus (ICo 10.31).

Se Deus nos fez para a sua glória, é evidente que devemos viver para a sua glória. Nosso dever vem do desígnio de Deus.

Que significa glorificar a Deus?
Não significa torná-lo mais glorioso. Significa reconhecer sua glória, valorizá-la acima de todas as coisas e fazê-la conhecida. Implica gratidão de coração: "Aquele que me traz ofertas de gratidão, esse me honra" (Si 50.23, BLH). Também implica confiança: Abraão, "pela fé, se fortaleceu, dando glórias a Deus" (Rm4.20).

Glorificar a Deus é dever não apenas dos que ouviram a pregação do evangelho, mas também dos povos que têm apenas o testemunho da natureza e da sua própria consciência:
Desde que Deus criou o mundo, as suas qualidades invisíveis, tanto o seu poder eterno como a sua natureza divina, têm sido vistas claramente. Os seres humanos podem ver tudo isso no que Deus tem feito e, portanto, eles não têm desculpa nenhuma. Embora conheçam a Deus, não lhe dão a honra que merece e não lhe são agradecidos (Rm 1.20, 21, BLH).
Deus não julgará alguém por deixar de cumprir um dever se a pessoa não teve acesso ao conhecimento desse dever. Mas mesmo sem a Bíblia, todas as pessoas têm acesso ao conhecimento de que fomos criados por Deus e por isso dependemos dele para tudo, devendo-Lhe gratidão e confiança do nosso coração.

Bem dentro de nós todos sabemos que é nosso dever glorificar nosso Criador agradecendo-lhe tudo o que temos, confiando nele para tudo o que precisamos e obedecendo a toda a sua vontade revelada

sábado, 1 de setembro de 2012

Ser Feliz


                          
por Augusto Cury
#Excerto do livro Dez Leis Para Ser Feliz

Ser feliz não é ter um céu sem tempestades, caminhos sem acidentes, trabalhos sem fadigas, relacionamentos sem decepções.
Ser feliz é encontrar força no perdão, esperança nas batalhas, segurança no palco do medo, amor nos desencontros.
Ser feliz não é apenas comemorar o sucesso, mas aprender lições nos fracassos.
Ser feliz não é apenas ter júbilo nos aplausos mas encontrar alegria no anonimato.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver a vida, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz não é uma fatalidade do destino, mas uma conquista de quem sabe viajar para dentro do seu próprio ser.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si e ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma.
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz, é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um “não”.
É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
É beijar os filhos, curtir os pais!
É ter momentos poéticos com os amigos, mesmo que eles nos magoem.
Ser feliz é deixar viver a criança livre, alegre e simples que mora dentro de cada um de nós.
É ter maturidade para falar: “Eu errei”.
É ter ousadia para dizer: “Me perdoe!”
É ter sensibilidade para expressar: “Eu preciso de você”.
É ter capacidade de dizer “Eu te amo”.E, quando você errar o caminho, recomece tudo de novo.
Pois assim você será cada vez mais apaixonado pela vida.
E descobrirá que...
Ser feliz não é ter uma vida perfeita.
Mas usar as lágrimas para irrigar a tolerância.
Usar as perdas para refinar a paciência.
Usar as falhas para esculpir a serenidade.
Usar a dor para lapidar o prazer.
Usar os obstáculos para abrir as janelas da inteligência.

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quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Servindo à Sombra



por Jon Bloom

“André. Ah! Você é o irmão de Simão Pedro, não é?”

André deve ter se acostumado a isso. Até mesmo o Novo Testamento o apresenta como “André, irmão de Simão Pedro” (João 1:40). A sombra de Pedro estava sobre André desde o início.

André é mencionado pelo nome 12 vezes no Novo Testamento. Em dez dessas vezes, ele é citado junto com Pedro, e normalmente como irmão de Pedro. Pedro, por outro lado, tem mais de 150 menções, e até contribuiu com o Novo Testamento.

É interessante notar que André teve o currículo mais impressionante para começar. Ele tinha sido discípulo de João Batista. Não apenas isso, mas ele foi um dos primeiríssimos discípulos de Jesus (João 1:35-40). Na verdade, foi André que foi e “achou seu próprio irmão Simão” e o levou a Jesus (João 1:41-42).

Mas mesmo neste primeiro encontro ficou claro que Jesus tinha planos concernentes a Simão que eram diferentes dos planos concernentes a André. Antes que Simão tivesse dito ou feito qualquer coisa, Jesus deu a ele seu novo nome de Cefas (Pedro), a rocha.

Pedro era “feitura [de Deus], [criado] em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus de antemão preparou para que [andasse] nelas” (Efésios 2:10). Nós conhecemos muitas dessas boas obras porque Deus dá a elas muita divulgação.

Mas André era igualmente feitura de Deus. Ele também foi criado em Cristo Jesus para as boas obras que Deus preparou de antemão. Só que Deus escolheu não dar às obras de André a mesma proeminência que ele deu às de Pedro. E então André serviu à sombra de Pedro. Mas André teve um grande mentor servo-sombra em João Batista. André aprendeu de João que “alguém não pode receber coisa alguma se do céu não lhe for dada” (João 3:27). João tinha visto Jesus se levantar e ele mesmo se declinar em proeminência, e disse com fé preenchida com alegria: “Convém que ele cresça e que eu diminua” (João 3:30).

E este é o clamor do verdadeiro discípulo. Tudo isso não é sequer um pouco sobre nossa proeminência. Como os discípulos (Marcos 9:33-34), nós facilmente perdemos o foco.

Quando Deus dá a um discípulo cinco talentos, a outro dois talentos, e a outro um talento (Mateus 25:15) ele tem suas razões. Muito provavelmente elas são diferentes do que pensamos (Isaías 55:9). Ele sabe o que está fazendo. Nós podemos confiar nele.

Hoje, esteja contente com o que você tem (Hebreus 13:5), e seja fiel com o que lhe foi dado (Mateus 25:21). Humilhe-se sob a mão poderosa de Deus, confiando que ele irá exaltá-lo no momento adequado e da maneira adequada (1Pedro 5:6). Seja como André. Este servo-sombra foi fiel, obediente, responsável, confiável, solícito, e corajoso. A tradição diz que ele continuou a pregar o evangelho e plantar igrejas até que foi martirizado por crucifixão no ano 60 DC.

Sirvamos nas sombras em que Deus nos coloca com a mesma fé triunfante e cheia de alegria.
Por: Jon Bloom © DesiringGod | desiringgod.org
Tradução: naodesperdicesuavida.com
Permissões: Você está autorizado e incentivado a reproduzir e distribuir este material em qualquer formato, desde que informe o autor, seu ministério e o tradutor, não altere o conteúdo original e não o utilize para fins comerciais.

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

A igreja, um lugar de vida




POR; Hernandes Dias Lopes
A igreja é um lugar de vida, e nós podemos usufruir essa vida abundante, por três razões:
Em primeiro lugar, porque aqueles que estão em Cristo ao olharem para o passado têm convicção de que seus pecados foram perdoados. Todo aquele que pela fé veio a Cristo, e o recebeu como Salvador, foi justificado e não pesa mais sobre ele nenhuma condenação. Com respeito à justificação foi liberto da condenação do pecado. Seus pecados foram cancelados. Sua dívida foi paga. A lei foi plenamente cumprida e as demandas da justiça satisfeitas. Quem está em Cristo é nova criatura. Recebe um novo coração, uma nova mente, uma nova vida, uma nova família, uma nova pátria. Nosso passado foi passado a limpo e fomos lavados no sangue de Jesus e, agora, temos uma nova vida, sem as peias da culpa.
Em segundo lugar, porque aqueles que estão em Cristo ao olharem para o presente têm convicção de que podem viver estribados no poder de Deus. Aquele que está em Cristo não está mais debaixo do poder do pecado. Não é mais escravo do pecado. O poder que opera nele não é mais o poder da morte, mas o poder da ressurreição. Nele habita plenamente a palavra de Cristo. Ele foi feito templo do Espírito Santo. Cristo habita em seu coração pela fé. Ele morreu para o pecado e, agora, está vivo para Deus. A suprema grandeza do poder de Deus está à sua disposição para viver vitoriosamente, pois com respeito à santificação foi liberto do poder do pecado.
Em terceiro lugar, porque aqueles que estão em Cristo ao olharem para o futuro têm convicção de que caminham para a glória. O nosso futuro já está determinado. E determinado não por um destino cego, mas pelo Deus onipotente. Aqueles que Deus conheceu, predestinou, chamou e justificou, a esses Deus também glorificou. Nossa glorificação é um fato futuro, mas na mente de Deus e nos decretos de Deus já está consumado. Não caminhamos para um ocaso lúgubre, mas para a eternidade bendita. Não marchamos para um túmulo gelado, mas para a ressurreição gloriosa. Não nos assombramos diante de um futuro incerto, mas gloriamo-nos na esperança da glória de Deus. Receberemos um corpo semelhante ao corpo da glória de Cristo. Viveremos e reinaremos com Cristo por toda a eternidade. Deus, então, enxugará dos nossos olhos toda a lágrima, porque com respeito à glorificação seremos libertos da presença do pecado.
Autor: Hernandes Dias Lopes
Site: hernandesdiaslopes.com.br
Permissões:  Você tem a liberdade de compartilhar (copiar, distribuir e transmitir a obra), desde que adicione as informações de autoria, não altere o conteúdo original e não utilize para fins comerciais.

Como conseguir ser chamando, Homens e Mulheres de FÉ

                        

Vários personagens bíblicos estão relacionados como, homens e mulheres 
de fé. Como eles conseguiram, essa posição tão almejada por nós, que nos consideramos discípulos de Cristo. Creo que não deixaram de pecar, só pecaram com uma freqüencia mínima e com uma grande rejeição em seu coração por terem agido em desacordo da vontade de Deus;(uma reação não intencional, mas sim, uma reação ainda não transformada). Creo que a rejeição do "eu", e o "desamor pelas coisas desse mundo", foram as principais características dessas pessoas, humanas como nós, mas que souberam aproveitar a ofertar de Jesus: "Não ameis o mundo nem as coisas que há no mundo......" I João 2:15

“Eu fui morto na cruz com Cristo. Assim, o meu eu não vive mais, e sim é Cristo que vive em mim. E a vida que existe em meu corpo agora, é o resultado da minha confiança no Filho de Deus, o qual me amou e a Si mesmo Se entregou por mim.” Gálatas 2:20. 
Mesmo na igreja o eu não regenerado, não convertido, ainda é invejoso, egoísta, falso, ciumento, pedante, vaidoso, traidor, impuro... 
Por isso ele busca sempre na igreja o que antes lhe satisfazia no mundo. Espera sempre dos outros bajulação, reconhecimento, admiração, lisonja, recompensas....

Mas para conseguir tudo isso, o eu não regenerado maltrata, compete, critica, trai, fofoca, mente, etc. e etc. Por onde ele passa deixa para trás um rastro de inimizades, facções, dissensões, partidos, brigas, tristezas, ódio, dor, lágrima...

Não ocorre o mesmo com o eu convertido! Transformado por Cristo, ele é sempre calmo, alegre, humilde, delicado, paciente, benigno... Não espera nada de ninguém porque está sempre disposto a servir. E como resultado, por onde passa deixa sempre o amor, a paz e um testemunho em favor de Cristo.

Disse Paulo: “O meu eu não vive mais, agora é Cristo quem vive em mim. E a forma como vivo agora, é o resultado de um milagre de Cristo em minha vida por meio da fé.”

Quão bom seria para família, para igreja e para o mundo que todos tivéssemos um comportamento esboçado por essa fé, que todos pudéssemos hoje repetir juntos: “O meu eu não vive mais!”

Que benção sabermos que diante de nossa aceitação, o Senhor Jesus, promove uma transformação, em nossos desejos e atitudes, sigamos o seu conselho: "Vinde a Mim, todos os que estão cansados e sobrecarregados (por causa do pecado), e Eu vos aliviarei". Mateus 11:28

"Anjos de Deus, excelentes em poder, são enviados para ministrar aos herdeiros da salvação. Estes anjos, ao perceberem que estamos fazendo o último esforço possível para sermos vencedores, realizarão a sua
parte, e sua luz brilhará em torno de nós, dissipando a influência dos anjos maus que nos rodeiam. Criarão uma fortificação semelhante a muros de fogo à nossa volta."


Deus nos abençoe.

Fonte; http://foroadventista.org

sábado, 21 de julho de 2012

Não Seja Dono de Coisa Alguma



por A.W. Tozer
#Excerto do livro Cinco Votos para obter poder espiritual

Com isso, não quero dizer que não possamos possuir coisas.

Quero dizer que devemos ser libertos do senso de possuí-las. Esse senso de posse é o que nos embaraça.

Todos os bebês nascem com as mãozinhas fechadas, e isso me parece dizer: "Isto é meu!" Uma das primeiras coisas que eles dizem é "meu", com voz irada. Esse senso de "isto é meu!" é muito prejudicial para o espírito.

Se puder livrar-se disso, para que não tenha mais o sentido de posse sobre qualquer coisa, você sentirá grande liberdade em sua vida.

Não pense com isso que você precisa ven­der tudo quanto possui e distribuir como ca­ridade.

Não, Deus permitirá que você tenha seu carro e seus negócios, sua profissão e sua posição, qualquer que ela seja, contanto que entenda que isso não é seu, em absoluto, mas Dele, e que tudo quanto está fazendo é apenas trabalhando para Ele.

Então, poderá estar tranqüilo em relação a tudo isso, pois nunca precisamos nos preocupar por perder o que pertence a outra pessoa. Se essas coisas forem suas, você estará sempre olhando para as mãos para ver se ainda estão ali, mas se forem de Deus, já não precisa se preocupar com elas.

Permita-me apontar-lhe algumas das coisas que você tem de entregar a Deus. Suas posses são uma dessas coisas.

Alguns dos queridos filhos do Senhor estão sendo mantidos para trás porque existe uma bola e uma corrente presas em suas pernas.

Se for um homem, pode ser seu luxuoso carro ou a suntuosa casa. Se for uma mulher, talvez sejam suas louças de porcelana ou seus móveis estilo. Luiz XV, e tudo o mais.

Vamos considerar um precioso vaso como exemplo. Ali está ele, e se alguém batesse nele e o quebrasse, seu pobre dono provavelmente perderia cin­co anos de sua vida!

10 conselhos sobre sexo para jovens


               
Por Billy Graham


1) Evite más companhias. Se você andar com maus elementos ficará dominado por eles. A Bíblia diz: "Retirai-vos do meio deles, não toqueis em coisas impuras" (II Co. 6).


2) Evite o segundo olhar. Você não pode controlar o primeiro, mas pode evitar o segundo, que se torna cobiça.


3) Discipline suas conversas. Evite piadas e histórias com sentido duvidoso. "As más conversações corrompem os bons costumes" (I Co 15:33)


4) Tenha cuidado com a maneira de vestir-se. Deve ser um assunto entre você e Deus as roupas que usa. Uma jovem recém-convertida falou: De agora em diante vou vestir-me como se Jesus fosse o meu acompanhante.


5) Escolha cuidadosamente os filmes e programas de televisão que assiste.


6) Tome cuidado com o que você lê. Muito da literatura contemporânea apela ao instinto sexual.


7) Esteja em guarda com respeito a seu tempo de folga. Davi tinha o tempo em suas mãos, viu Beteseba e caiu em complicações.


8) Faça uma regra de nunca se envolver em namoro pesado. Jovens cristãos deviam orar antes de cada encontro. A moça que tem Jesus Cristo em seu coração possui um poder sobrenatural para dizer "não" aos avanços de qualquer rapaz. E o rapaz que conhece Jesus Cristo tem poder para disciplinar sua vida.


9) Gaste muito tempo com as Escrituras. O salmista disse: "Guardo no meu coração a tua palavra para não pecar contra ti". (Sl 119:11). Memorize versículos e quando a tentação chegar, cite-os. A palavra de Deus é a única coisa à qual satanás não pode se opor.


10) Tenha Jesus Cristo em seu coração e vida. Deus o ama e uma forte fé Nele tem guardado muitos homens e mulheres de cometer imoralidades (I Jo 2:14)