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quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Corra!



                                                                  Leitura Bíblica

                                                                  Salmo 7.1-16





Senhor, Deus do meu senhor Abraão, dá-me neste dia bom êxito e sê bondoso com o meu senhor Abraão (Gn 24.12).



Todo dia, na hora da caçada, o leão e sua presa começam a correr. O leão corre atrás da presa para não morrer de fome. A presa corre do leão para não ser comida. Ao final vence aquele que consegue correr mais rápido. Quando você começar um novo dia, não importa se você é leão ou presa, comece a correr. Esta conhecida ilustração alerta para a necessidade de perseverança. Ensina que é preciso trabalhar sempre, sem acomodação. Realmente não podemos pensar que na vida exista lugar para preguiça. Não é porque conquistamos algumas vitórias que as lutas cessarão. Na vida profissional é preciso sempre se atualizar, adequar-se às constantes mudanças. Requer-se superação, fazendo mais a cada dia para não perder a produtividade e para obter melhores resultados. 


Na vida espiritual é a mesma coisa. Ninguém alcança uma estabilidade de vida em que não precise mais buscar a Deus porque já o conhece bem. Para conhecer Deus é preciso buscar sempre a sua presença. Além disso, ninguém pode achar que está livre de cometer pecados por ter alcançado maturidade moral suficiente. Para se afastar do pecado deve negar a si mesmo todos os dias. 


Quando o dia nasce, temos de entregá-lo a Deus, pedir pelo pão diário e não se preocupar com o dia de amanhã. A cada dia é preciso estar alerta para resistir aos ataques do diabo, como diz o texto de 1 Pedro 5.8,9a: "Estejam alertas e vigiem. O Diabo, o inimigo de vocês, anda ao redor como leão, rugino e procurando a quem possa devorar. Resistam-lhe, permanecendo firmes na fé.” 


A cada dia é preciso concentrar-se nos problemas daquele dia, sabendo que mesmo havendo leões, lobos e inimigos traiçoeiros e violentos ao redor, no meio de nós está o Senhor que a cada manhã protege os seus filhos com justiça. Ele promete purificar aqueles que invocam o seu nome, para que vivam e o sirvam com alegria. - HSG

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Deus É o Evangelho - John Piper


POR:  John Piper

Você já se perguntou por que o perdão de Deus tem algum valor? E quanto à vida eterna? Você alguma vez se perguntou por que uma pessoa iria querer ter vida eterna? Por que deveríamos desejar viver eternamente? Estas indagações têm importância porque é possível querer o perdão e a vida eterna por razões que provam que você não os tem.

Vejamos o perdão, por exemplo. Você pode desejar o perdão de Deus porque é muito infeliz com sentimentos de culpa. Você quer apenas um alívio. Se você crê que Ele o perdoa, então terá algum refrigério, mas não necessariamente a salvação. Se deseja o perdão simplesmente por causa de alívio emocional, não terá o perdão de Deus. Ele não o dá para aqueles que o usam unicamente para obter as Suas dádivas e não desejam ter a Ele mesmo.

Ou você pode querer ser curado de uma enfermidade ou conseguir um emprego ou encontar um cônjuge. Você então toma conhecimento de que Deus pode ajudá-lo a conquistar estas coisas, mas que primeiramente os seus pecados deveriam ser perdoados. Alguém orienta você a crer que Cristo morreu pelos seus pecados, e que se você crer nisto, seus pecados serão perdoados. Você então crê a fim de remover o obstáculo à saúde, ao emprego, e ao cônjuge. Essa é a salvação do evangelho? Penso que não.

Em outras palavras,importa o que se espera obter através do perdão. Importa o porquê de desejá-lo. Se quiser o perdão exclusivamente pelo interesse de saborear a criação, então o Criador não é honrado e você não está salvo. O perdão é precioso por uma razão definitiva: ele o capacita a desfrutar comunhão com Deus. Se não quiser o perdão por essa razão, não o terá de maneira alguma. Deus não será usado como moeda para a aquisição de ídolos.
Semelhantemente, perguntamos: por que queremos vida eterna? Alguém pode dizer: porque o inferno é a alternativa, e essa é dolorosa. Outro pode dizer: porque não haverá tristeza lá. Outro pode dizer: meus entes queridos foram para lá e quero estar com eles. Outros podem sonhar com sexo e comida incessantes. Ou riquezas mais nobres. Em todos estes propósitos uma coisa está faltando: Deus.

O motivo salvífico para se querer a vida eterna é apresentado em João 17.3: "Esta é a vida eterna: que Te conheçam, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste". Se você não desejar a vida eterna porque esta representa satisfação em Deus, então você não terá vida eterna. Simplesmente mentimos a nós mesmos que somos cristãos, se usarmos o glorioso evangelho de Cristo para conseguir o que amamos mais do que a Cristo. As “boas novas” não se mostrarão boas a ninguém para quem Deus não seja o benefício principal.

Esta está a maneira como Jonathan Edwards expressa estas verdades em um sermão para o seu povo em 1731. Leia o texto lentamente e deixe-o despertá-lo à verdadeira excelência do perdão e da vida.

"Os redimidos têm todos os seus reais benefícios em Deus. O próprio Deus é o maior bem que possuem e desfrutam por meio da redenção. Ele é o bem mais sublime, e a soma de todos os benefícios que Cristo adquiriu. Deus é a herança dos santos; Ele é a porção de suas almas. Deus é a sua riqueza e o seu tesouro, seu alimento, sua vida, sua moradia, seu adorno e diadema, sua honra e glória eternas. Eles não têm ninguém no céu, além de Deus; Ele é o grande bem a quem os redimidos são acolhidos na hora da morte, e para o qual eles ressuscitarão no fim dos tempos. O Senhor Deus, Ele é a luz da Jerusalém celestial; é o “rio da água da vida” que corre, e a árvore da vida que cresce, “no meio do paraíso de Deus”. As magníficas excelências e beleza de Deus serão o que, por todo o sempre, nutrirão os pensamentos dos santos, e o amor de Deus será o seu banquete eterno. Os redimidos desfrutarão de outras coisas; eles desfrutarão dos anjos, e desfrutarão uns dos outros: mas o que eles apreciarão nos anjos e uns nos outros, ou em qualquer outra coisa, o que irá conceder-lhes gozo e satisfação, será o que, de Deus, é visto neles."(Os Sermões de Jonathan Edwards: Um Leitor [New Haven: Yale University Press, 1999], pp. 74-75)

Deleitando-me em Deus através do evangelho, com você,
Pastor John

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

O padrão de justiça do homem e o de Deus

 por J. N. Darby
In: Um Deus Justo e Salvador


Todas as pessoas têm um certo conhecimento do bem e do mal; tal coisa elas dizem ser boa e tal coisa má. Mas talvez não existam duas pessoas que possuam exatamente o mesmo padrão do que seja bem e do que seja mal. O que as pessoas fazem é estabelecer um tal padrão do bem que possa incluir a elas próprias, e um tal padrão de mal que as exclua, e inclua outras. 

Por exemplo, o alcoólatra acha que não há muito mal em beber, mas poderia considerar um grande pecado roubar. O ambicioso, que talvez pratique todos os dias alguma fraude ou algum desfalque "no mundo dos negócios", procura justificar-se com o pensamento de que é necessário e normal agir assim nos negócios, "e, para todos os efeitos, não fico bêbado ou praguejo e blasfemo como os outros fazem", diz ele. 

Aquele que é imoral se orgulha de ser generoso e ter um bom coração para com os outros, ou, como se costuma dizer, "não faz nenhum mal aos outros, exceto a si mesmo". O homem honesto, moral, amável e cuidadoso para com sua família, satisfaz a si próprio fazendo o que ele chama de seu dever, e olha ao seu redor e se compadece dos pecadores declarados que vê; mas nunca considera quantos pensamentos maus, quantos desejos pecaminosos já produziu seu coração, mesmo que desconhecidos dos outros. Porém Deus julga o coração, apesar de o homem enxergar apenas a conduta exterior. Assim, cada um se compraz por não estar fazendo algum tipo de mal, e se compara sempre a alguém que tenha cometido algum pecado que ele acha haver conseguido evitar. 

Isso tudo prova que os homens não julgam a si próprios segundo um padrão único do que seja "bem" e do que seja "mal", mas tão somente tomam como sendo "bem" aquilo que mais lhes agrada e condenam os outros. Mas há um padrão, com o qual tudo será comparado, e de acordo com o qual tudo será julgado -- um padrão de justiça; e tudo o que não corresponder a ele será condenado eternamente. Este padrão não é nada menos do que a justiça de Deus. 

Quando alguém começa a descobrir que não é comparando a si próprio com os outros que ele será julgado, mas pela comparação com o próprio Deus, então sua consciência começa a ser despertada para pensar a respeito do pecado como quem está diante de Deus. Aí sim ele se reconhecerá culpado e arruinado; e não tentará justificar a si mesmo apontando para alguém que seja pior, mas ficará ansioso por saber se é possível que Deus, diante de quem ele sabe estar condenado, poderá desculpá-lo ou perdoá-lo. 

Real ?


domingo, 30 de setembro de 2012

A diferença entre união e comunhão



por Kelly Kapic
In: Comunhão com o Deus Trino

Crentes estão unidos a Cristo em Deus pelo Espírito. Essa união é uma ação unilateral de Deus, na qual aqueles que estavam mortos são vivificados, aqueles que viviam nas trevas começam a ver a luz e aqueles que estavam escravizados ao pecado são libertos para serem amados e para amar. Quando se fala em “união”, deve ficar claro que o ser humano é meramente receptivo, sendo objeto da ação graciosa de Deus. Essa é a condição e o estado de todos os santos verdadeiros.

A comunhão com Deus, no entanto, é distinta da união. Aqueles que estão unidos a Cristo são chamados para responder ao amor atrativo de Deus. Enquanto a união com Cristo é algo invariável, a experiência que uma pessoa tem da comunhão com Cristo pode oscilar. Essa é uma distinção teológica e empírica importante, pois protege a verdade bíblica de que somos salvos pela livre e radical graça divina. Além do mais, essa distinção também protege a verdade bíblica de que os filhos de Deus têm um relacionamento com o seu Senhor e de que há coisas que os crentes podem fazer para contribuir ou atrapalhar tal relacionamento.

Quando um crente lida confortavelmente com o pecado (pecados propositais ou de omissão), isso invariavelmente afeta seu nível de intimidade com Deus. Não é que o amor do Pai aumente ou diminua por seus filhos de acordo com suas ações, pois seu amor é constante. Não quer dizer que Deus se afasta de nós, mas nós nos afastamos dele. O pecado isola o crente, fazendo que se sinta distante de Deus. Depois, vêm as acusações – tanto de Satanás como de nós mesmos – que podem fazer o crente preocupar-se e entender que está sob a ira de Deus. Na verdade, no entanto, os santos não estão sob a ira, mas sob a sombra segura da cruz.

Embora a perseverança de um crente na oração, na adoração comunitária e na meditação bíblica não seja o que faz Deus o amar mais ou menos, tais atividades contribuem para promover uma bela experiência de comunhão com Deus. Entregar-se às tentações e negligenciar a devoção a Deus ameaça a comunhão, mas não a união. É essa união que encoraja o crente a retornar do pecado para Deus, que é rápido em perdoar, cheio de compaixão e fiel em seu amor infinito.

sábado, 8 de setembro de 2012

Siga a Cada dia Com Jesus.

           
                             

               “Se alguém tem sede, venha a mim e beba.” 
Jo 7.37
Na festa dos Tabernáculos Jesus clamou ao povo sedento: “Se alguém tem sede venha a mim e beba, quem crer em mim conforme diz a Escritura, rios de água viva fluirão do seu interior”. Esse convite é dirigido também a você. Há uma sede em seu coração que o dinheiro, o sexo e o poder não podem satisfazer.
Deus colocou a eternidade no seu coração e nada daquilo que é terreno pode satisfazer sua alma. Esse convite é para um relacionamento pessoal com Jesus. Não basta ouvir falar de Jesus, é preciso vir a Jesus. Não basta saber que a água é boa; é preciso beber dessa água. Jesus o convida a crer nele não de acordo com o que dizem os homens, com as suas conveniências, mas como diz a Escritura. Jesus promete uma vida pura, abundante e feliz.
Se agora mesmo você colocar sua confiança em Jesus, terá dentro uma fonte que vai jorrar para a vida eterna. Haverá abundância de paz em sua alma. Haverá uma alegria indizível em seu coração. Haverá uma vida maiúscula à sua disposição. Corra agora mesmo para os braços de Deus e beba da água da vida.
– Deus de imensa graça, dessedenta a minha alma cansada. Dá o alívio necessário ao meu coração árido! Preciso de teu socorro. Eu quero experimentar da tua água. Em nome de Jesus. Amém.
Luz para o Caminho • lpc.org.br/cada-dia
CC BY-NC-ND 3.0 • This work is licensed under a Creative Commons Atribuição-Uso não-comercial-Vedada a criação de obras derivadas 3.0 Brasil License

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Sera que você Tem Algum Vicio ?





Você bebe muito café? Passa muito tempo na internet? Se sente exausto todo o tempo? Se sim, você pode estar sofrendo com o mal da modernidade. O que causa nossa dependência e o que fazer para vencê-la?

O mundo moderno está se tornando um lugar cada vez mais alarmante. Muitos de nós temos que nos adaptarmos a várias transformações somente para aguentar as pressões do dia a dia.

Para muitas pessoas, isso significa estar amarrado aos vícios modernos, que aumentam o nível de estresse e diminuem a saúde e a felicidade.



Internet




Em seu manifesto 'Você não é um aplicativo', o escritor, cientista e filósofo Jaron Lanier escreveu: "O que é um ser humano? Se eu soubesse a resposta para essa pergunta, seria capaz de programar alguém por meio do computador. Mas não sou. Ser humano não é uma fórmula, é um mistério".
Infelizmente essa consciência está se perdendo para muitas pessoas, que fazem do meio virtual uma constante obsessão. Isso vem acompanhado por altos níveis de ansiedade quando não ficam próximos às telas de seus computadores por muito tempo.
Os profissionais da saúde reconhecem esse sintomas como uma obsessão pela Internet e advertem que ela pode estar relacionado a outros sintomas, como deixar de dormir e comer, sentir-se cansado, irritado e à margem da sociedade.

Sexo




Uma em cada 20 pessoas sofrem com obsessão por sexo. A obsessão por sexo é extremamente prejudicial em alguns relacionamentos e a saúde mental e profissional também podem ser abaladas por isso. O mundo moderno é culpado por estimular o sexo: a grande disponibilidade de material pornográfico na Internet e a sexualização de mulheres e homens na televisão faz com que aumentem as pessoas com problemas psicológicos relacionados a isso.

Telefone celular




Os telefones celulares foram criados com o objetivo de tornar a vida dos seres humanos mais prática e utilitária. Mas hoje o uso excessivo dos aparelhos celulares se tornou um sério problema social, pois coloca obstáculos ao relacionamento pessoal e transforma a noção de realidade dos seres humanos. Os telefones celulares podem, ironicamente, conectar você a alguém do outro lado do mundo, mas ao mesmo tempo, deixar você longe de quem senta ao seu lado na mesa de jantar.

Café




O café é tão consumido pelos seres humanos que hoje a Inglaterra, por exemplo, é um país em que cada cidadão consome, anualmente, cerca de 2,8 kg do pó marrom. Os especialistas acreditam que igual a outras drogas, a cafeína provoca dependência. Pessoas ficaram com fortes dores de cabeça, irritadas e cansadas quando não consumiam sua dose matinal de cafeína.

Exercícios




A extrema pressão para parecer bonito pode explicar por que algumas pessoas praticam atividades físicas obsessivamente. Um estudo publicado pelo Jornal de Neurociência descobriu semelhanças entre os efeitos gerados por exercícios exaustivos e pelo abusos de drogas. Outra pesquisa da Universidade de Wisconsin descobriu que quando o exercício foi negado para alguns animais, equipamentos detectaram atividades cerebrais idênticas à de abstinência por substâncias químicas.




Televisão




A primeira coisa que muitos de nós gostamos de fazer depois de um dia de trabalho é cair no sofá e ligar a televisão. O aparelho de TV se tornou parte integrante de nossas vidas e alguém que não tiver um é considerado anormal. Os britânicos assistem à TV cerca de quatro horas por dia, o que significa que aos 65 anos eles terão gasto nove anos apenas vendo televisão. Estabeleça um limite de tempo para ver a televisão. Você deve aproveitar a tecnologia e o entretenimento que ela proporciona, mas não deixe que ela torne você obcecado.

Trabalho




Embora pareça exagero, há fortes evidências que a obsessão por trabalho é um transtorno de comportamento que pode se tornar uma doença séria. De acordo com pesquisas, trabalhar mais de 12 horas por dia faz com que o risco de desenvolver doenças graves aumente em 37%. Os especialistas diferenciam o excesso de trabalho com a obsessão por trabalhar: se você trabalha duro mas ainda encontra tempo para se divertir, ótimo. Mas se mesmo de férias na praia você continua se preocupando com o trabalho, você pode estar com problemas.

Comida



Cortar alimentos calóricos de sua dieta pode ser tão difícil quanto parar de fumar. Comer compulsivamente é um dos vícios da modernidade. A abundância de comida barata significa que quase todos nós nos habituemos a ingerir mais do que precisamos. O jeito que a comida é feita não nos ajuda também. O corpo reúne uma combinação de gordura, açúcar e sal e faz dessas substâncias um verdadeiro vício.

Compras




Com os adventos da Internet, gastar dinheiro nunca foi tão fácil. O velho estereótipo de que as mulheres é que são compradoras compulsivas está caindo por terra, já que pesquisas mostram que esse transtorno afeta um em cada 20 adultos, sendo os homens a maioria. E não é apenas o prazer em gastar que nos faz comprar. Compradores compulsivos tentam eliminar o estresse e a ansiedade das pressões do dia a da por meio da compra. No entanto, comprar compulsivamente pode ser perigoso para a mente e para o físico, já que o transtorno está relacionado à depressão.