Ultimato
Uma vez chamado por Deus para ser profeta, no ano em que o rei Uzias morreu (cerca de 740 a.C.), Isaías começa a anunciar primeiro o juízo e, depois, a misericórdia do Senhor sobre a nação eleita. Durante 40 anos, o profeta fez ambas as coisas. Logo no início recebeu uma estranha ordem: “Isaías, faça com que esse povo fique com a mente fechada, com os ouvidos surdos e com os olhos cegos, a fim de que não possam ver, nem ouvir, nem entender ” (Is 6.10). Com essa mensagem, o profeta realiza a primeira obrigação que tinha: convencer o povo do pecado e do juízo que cairia sobre a nação. Essa incapacidade de ver, ouvir e entender tornaria difíceis — senão impossíveis — a conversão e a cura do povo. Porém, o profeta deveria clamar continuamente (segundo a tradição, Isaías é o herói da fé “serrado pelo meio”, do qual fala a Carta aos Hebreus). O pico do juízo divino aconteceria mais de 150 anos depois, com a destruição de Jerusalém e a deportação do povo para a Babilônia (586 a.C.).
Entretanto, como o ministério do profeta era duplo, Isaías anuncia também a graça divina: “Os que restarem [os israelitas não deportados] serão como o toco de um carvalho que foi cortado” (Is 6.13). Eis o toco da esperança!
Digamos que esse carvalho tivesse 12 metros de diâmetro (como um cipreste do México) e 110 metros de altura (como a sequoia gigante da Califórnia). Ainda assim ele seria cortado ao rés do chão, perderia o tronco, os ramos, as folhas e a imponência, mas não as raízes. Ficaria o toco da esperança e o carvalho cresceria outra vez. O juízo divino não poupa a árvore e a graça divina poupa o toco da árvore. Isaías explica: “O toco representa um novo começo para o povo de Deus” (Is 6.13).
Deus nunca acaba com tudo! Ele sempre deixa o toco da esperança. Precisamos enxergar os tocos da esperança que estão nas Escrituras, na história e nos eventos. São apenas tocos, mas estão enraizados, firmes, cheios de vida e de potencialidade, que vão nos surpreender. Mesmo com uma mensagem carregada de guerras, sangue e “barulho de choro” (Is 15.8), o profeta, não apenas uma vez, mas várias, aponta para o mais solene e glorioso toco de esperança, tanto para os judeus como para os não-judeus:
A aflição dos que estiverem sofrendo vai acabar [...]. O povo que andava na escuridão [sem poder ouvir, ver e entender] viu uma forte luz; a luz brilhou sobre os que viviam nas trevas. Tu, ó Deus, aumentaste esse povo e lhe deste muita felicidade […]. Tu arrebentaste as suas correntes de escravos, quebraste o bastão com que eram castigados […]. As botas barulhentas dos soldados e todas as suas roupas sujas de sangue serão completamente destruídas pelo fogo. Pois já nasceu uma criança, Deus nos mandou um menino que será o nosso rei. Ele será chamado de “Conselheiro Maravilhoso”, “Deus Poderoso”, “Pai Eterno”, “Príncipe da Paz”. […] No seu grande amor, o Senhor Todo-Poderoso fará com que tudo isso aconteça (Is 9.1-7).
A criança, o menino, o rei, o “Príncipe da Paz”, são uma só pessoa: o Senhor Jesus Cristo. Esse notável toco de esperança “representa um novo começo para o povo de Deus” (Is 6.13b). O Apocalipse também nos fala de um novo começo: “Então vi um novo céu e uma nova terra. O primeiro céu e a primeira terra desapareceram” (Ap 21.1).Marcadores
sexta-feira, 22 de novembro de 2013
Ultimato Uma vez chamado por Deus para ser profeta,
Ultimato
Uma vez chamado por Deus para ser profeta, no ano em que o rei Uzias morreu (cerca de 740 a.C.), Isaías começa a anunciar primeiro o juízo e, depois, a misericórdia do Senhor sobre a nação eleita. Durante 40 anos, o profeta fez ambas as coisas. Logo no início recebeu uma estranha ordem: “Isaías, faça com que esse povo fique com a mente fechada, com os ouvidos surdos e com os olhos cegos, a fim de que não possam ver, nem ouvir, nem entender ” (Is 6.10). Com essa mensagem, o profeta realiza a primeira obrigação que tinha: convencer o povo do pecado e do juízo que cairia sobre a nação. Essa incapacidade de ver, ouvir e entender tornaria difíceis — senão impossíveis — a conversão e a cura do povo. Porém, o profeta deveria clamar continuamente (segundo a tradição, Isaías é o herói da fé “serrado pelo meio”, do qual fala a Carta aos Hebreus). O pico do juízo divino aconteceria mais de 150 anos depois, com a destruição de Jerusalém e a deportação do povo para a Babilônia (586 a.C.).
Entretanto, como o ministério do profeta era duplo, Isaías anuncia também a graça divina: “Os que restarem [os israelitas não deportados] serão como o toco de um carvalho que foi cortado” (Is 6.13). Eis o toco da esperança!
Digamos que esse carvalho tivesse 12 metros de diâmetro (como um cipreste do México) e 110 metros de altura (como a sequoia gigante da Califórnia). Ainda assim ele seria cortado ao rés do chão, perderia o tronco, os ramos, as folhas e a imponência, mas não as raízes. Ficaria o toco da esperança e o carvalho cresceria outra vez. O juízo divino não poupa a árvore e a graça divina poupa o toco da árvore. Isaías explica: “O toco representa um novo começo para o povo de Deus” (Is 6.13).
Deus nunca acaba com tudo! Ele sempre deixa o toco da esperança. Precisamos enxergar os tocos da esperança que estão nas Escrituras, na história e nos eventos. São apenas tocos, mas estão enraizados, firmes, cheios de vida e de potencialidade, que vão nos surpreender. Mesmo com uma mensagem carregada de guerras, sangue e “barulho de choro” (Is 15.8), o profeta, não apenas uma vez, mas várias, aponta para o mais solene e glorioso toco de esperança, tanto para os judeus como para os não-judeus:
A aflição dos que estiverem sofrendo vai acabar [...]. O povo que andava na escuridão [sem poder ouvir, ver e entender] viu uma forte luz; a luz brilhou sobre os que viviam nas trevas. Tu, ó Deus, aumentaste esse povo e lhe deste muita felicidade […]. Tu arrebentaste as suas correntes de escravos, quebraste o bastão com que eram castigados […]. As botas barulhentas dos soldados e todas as suas roupas sujas de sangue serão completamente destruídas pelo fogo. Pois já nasceu uma criança, Deus nos mandou um menino que será o nosso rei. Ele será chamado de “Conselheiro Maravilhoso”, “Deus Poderoso”, “Pai Eterno”, “Príncipe da Paz”. […] No seu grande amor, o Senhor Todo-Poderoso fará com que tudo isso aconteça (Is 9.1-7).
A criança, o menino, o rei, o “Príncipe da Paz”, são uma só pessoa: o Senhor Jesus Cristo. Esse notável toco de esperança “representa um novo começo para o povo de Deus” (Is 6.13b). O Apocalipse também nos fala de um novo começo: “Então vi um novo céu e uma nova terra. O primeiro céu e a primeira terra desapareceram” (Ap 21.1).terça-feira, 5 de novembro de 2013
Deus é Amor refilta e pence em cada detalhe escriso
Deus é amor
Leitura Bíblica
1 João 4.13-21
Tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até o fim (João 13.1b)
Quem não deseja ser amado incondicionalmente, sem que os defeitos sejam levados em conta? Quem não espera por um amor que preencha o vazio da alma e cumpra a promessa de ser eterno? Um amor tranquilo, que anima e revigora? Alguém que ame até as últimas consequências? Esse é o anseio de todos nós.
É como se algo em nosso interior clamasse por esse tipo de amor e nos faz passar de um relacionamento a outro na expectativa de encontrá-lo. Procuramos um sentimento assim nas pessoas da nossa família, no cônjuge, nos filhos, nos amigos. Parece que por maior que seja o amor dedicado a nós, ele ainda não é aquele que tanto ansiamos. Não são poucas as vezes em que nos decepcionamos por não encontrar o amor verdadeiro nas outras pessoas.
Na leitura de hoje, João diz que Deus é amor em sua essência. Para Deus, amor não é um sentimento que acontece ao acaso e está sujeito às diversas situações da vida. O amor dele não é algo passageiro, que muda dependendo das nossas atitudes. É um amor eterno, que nunca falha, não acaba, nunca muda. Deus nos ama até a última conseqüência e expressou isso entregando Jesus para morrer em nosso lugar. Toda vez que ansiamos por amor, é pelo amor dele que estamos ansiando.
Nenhum ser humano é capaz de dar esse amor a outro, porque o vazio interior de cada um de nós só pode ser preenchido com o amor de Deus.
Contudo, muitas vezes não sabemos receber o amor de Deus. Estamos tão acostumados ao sentimento humano, que é limitado, e não conseguimos entregar-nos a esse amor incondicional e divino. Tememos que o Senhor também nos decepcionará. Porém, a melhor expressão do amor de Deus é a graça – o favor imerecido. Deus ama porque ama, porque ele é amor e amar é o que ele faz. Não precisamos merecer seu amor, apenas abrir o coração e recebê-lo.
O Senhor pode não concordar com tudo o que faço, mas certamente me ama. - EB
Fonte: Radio Trans Mundial
sexta-feira, 18 de outubro de 2013
Face e Book de Deus
Por Marlon Teixeira
É possível conhecer Deus verdadeiramente na medida em que Ele permite ser conhecido? A resposta é positiva, mas a solução dessa questão não depende de instituições que se dizem “de Deus” ou às compreensões pífias da imaginação humana sobre ele. Em um cenário teórico, só Deus pode explicar a si mesmo, isto é, “Deus por Deus” é a única e absoluta maneira de conhecê-lo. Sua face, portanto, só poderá ser conhecida através de seu book.
Havia três opções: “não criar”, “criar” ou “criar e se revelar”. Simples assim. Deus poderia ter se mantido em segredo, no silêncio das estrelas, além das lonjuras do olhar e da reflexão humana. Mas Deus optou por uma autobiografia. Escolheu agricultores, pastores, pescadores, profetas, médicos, juízes, reis… Pessoas piedosas para que, através da escrita e durante 1600 anos, registrassem os caminhos, os atos e o relacionamento dele com o seu povo, o mundo e todas as coisas. A revelação, no entanto, era apenas o conhecimento de Deus e, portanto, não era o suficiente para torná-lo público da melhor forma. Ela precisaria estar acompanhada de um “como e o que escrever”. A isto se deu o nome “inspiração”.
Deus usou homens como canal para escrever sobre si mesmo, de forma orgânica e subjetiva, não mecânica e sistemática. Leia os quatro evangelhos, por exemplo, e observe as diferenças literárias. Todos narraram os mesmos fatos. Todavia, Mateus escreveu para os judeus [esfera religiosa], Marcos para os Romanos [esfera política], Lucas, o médico, para os Gregos [esfera intelectual] e João, o discípulo amado, para a Igreja que haveria de ser formada.
Estas peculiaridades confirmam o caráter divino da revelação. A Bíblia é como Jesus, ou seja, completamente divina em seu conteúdo, porém, inteiramente humana em sua escrita. Contudo, podemos concluir que nenhuma religião, seita, filosofia, literatura, ideologia ou cultura, têm a capacidade de nos revelar a face de Deus. Não creia em dogmas de homens. A Bíblia diz que Deus existe, é criador de tudo, governa e preserva [1 Sm 2.6-8; Jó 34.14-15], é soberano sobre tudo e todos e não há nada que fuja do seu controle. Em essência, Deus é espírito [Jo 4.24], é grande [Jó 36.26], é justiça [Hb 12.29], é amor [1 Jo 4.8], é bom [1 Cr 16.34], é luz [1 Jo 1.5] e eternamente perfeito em toda a sua composição. Deus é o autor e o conservador de toda a vida [Nm 16.22]. Não existe outro semelhante ou além dele [2 Sm 7.22].
Deus não possui origem, não está preso ao tempo e não depende de nada para existir. Tudo o que acontece, o que não acontece e o que poderia acontecer, está debaixo da sua vontade soberana e providente. Ele não erra, não se surpreende, não improvisa, não se arrepende, não fica em dúvida e nem age ansiosamente. A essência de todos os seus atributos harmônicos e independentes entre si é a plenitude de perfeição. Essa é a palavra fiel e digna de inteira aceitação.
____________________
Marlon Teixeira, 20 anos, é de Ipatinga, MG.
quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
Corra!
Leitura Bíblica
Salmo 7.1-16
Senhor, Deus do meu senhor Abraão, dá-me neste dia bom êxito e sê bondoso com o meu senhor Abraão (Gn 24.12).
Todo dia, na hora da caçada, o leão e sua presa começam a correr. O leão corre atrás da presa para não morrer de fome. A presa corre do leão para não ser comida. Ao final vence aquele que consegue correr mais rápido. Quando você começar um novo dia, não importa se você é leão ou presa, comece a correr. Esta conhecida ilustração alerta para a necessidade de perseverança. Ensina que é preciso trabalhar sempre, sem acomodação. Realmente não podemos pensar que na vida exista lugar para preguiça. Não é porque conquistamos algumas vitórias que as lutas cessarão. Na vida profissional é preciso sempre se atualizar, adequar-se às constantes mudanças. Requer-se superação, fazendo mais a cada dia para não perder a produtividade e para obter melhores resultados.
Na vida espiritual é a mesma coisa. Ninguém alcança uma estabilidade de vida em que não precise mais buscar a Deus porque já o conhece bem. Para conhecer Deus é preciso buscar sempre a sua presença. Além disso, ninguém pode achar que está livre de cometer pecados por ter alcançado maturidade moral suficiente. Para se afastar do pecado deve negar a si mesmo todos os dias.
Quando o dia nasce, temos de entregá-lo a Deus, pedir pelo pão diário e não se preocupar com o dia de amanhã. A cada dia é preciso estar alerta para resistir aos ataques do diabo, como diz o texto de 1 Pedro 5.8,9a: "Estejam alertas e vigiem. O Diabo, o inimigo de vocês, anda ao redor como leão, rugino e procurando a quem possa devorar. Resistam-lhe, permanecendo firmes na fé.”
A cada dia é preciso concentrar-se nos problemas daquele dia, sabendo que mesmo havendo leões, lobos e inimigos traiçoeiros e violentos ao redor, no meio de nós está o Senhor que a cada manhã protege os seus filhos com justiça. Ele promete purificar aqueles que invocam o seu nome, para que vivam e o sirvam com alegria. - HSG
segunda-feira, 24 de dezembro de 2012
segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
Agradecimentos aos leitores do blog ESCOLHIDOSIM
Agradecimentos de Gabriel Maciel
Eu queria agradecer a todos que estão acessando este blog evangélico. Espero que você meu querido(a) irmão(a) venha gostar de cada assunto discutindo aqui, e que Deus venha tocar em você o mais profundo do seu coração pois ele TE AMA e quer te fazer feliz junto com ele.
Estou aqui Para ajudar aquele(a) que estiver precisando de ajuda, pois eu quero passar o melhor de DEUS para você que não o conhece AMÉM, A PAZ DO SENHOR A TODOS OS MEUS IRMÃOS(A) DEUS O ABENÇOE.
Desperte e viva !
Para que tropeçar no escuro se podemos caminhar à luz do dia?
Desperte e viva!
Leitura Bíblica
Romanos 13.11-14
Chegou a hora de vocês despertarem do sono (Rm 13.11b).
A Bíblia nos alerta várias vezes acerca do problema da sonolência espiritual. Por exemplo, lemos também em Efésios 5.14: “Desperta, ó tu que dormes, levanta-te dentre os mortos e Cristo resplandecerá sobre ti”.
É lamentável observar as multidões humanas passando pela existência como corpos sem vida espiritual! Embora rodeados da glória de Deus, parece que não enxergam. A Bíblia diz: “Os céus declaram a glória de Deus; o firmamento proclama a obra das suas mãos” (Sl 19.1). Mesmo assim, muitos vivem alheios e indiferentes a Deus. Movimentam-se num mundo cheio de manifestações divinas: o céu estrelado, o cantar dos pássaros, o murmurar dos rios, o sussurrar das brisas, o crepitar das folhas, o despontar da vida, mas parece que nada ouvem, nada percebem - parecem dormir o sono da morte.
Alguém afirmou o seguinte: “Não sei de uma necessidade maior ... do que uma nova compreensão de Deus. Muitos de nós estão mortos em vida. ... Mãos descem da eternidade para nos suster, porém estamos dormindo; vestimentas lavadas no sangue do Cordeiro são postas sobre nós, porém preferimos apegar-nos aos andrajos da nossa própria justiça; infinitas belezas espirituais pairam sobre a nossa cabeça, porém somos tão cegos para elas como os morcegos para a luz”.
Em outras palavras: Deus se importa conosco e nos sustenta, enviou Jesus (o “Cordeiro”) para morrer em nosso lugar e nos reconciliar com ele, mas não lhe damos importância.
Você também ainda permanece indiferente no sono da morte, alheio a tantas bênçãos e possibilidades gloriosas que Deus está pronto a nos dar?
Permita que a luz de Deus brilhe sobre a sua vida! Jesus Cristo é a fonte dessa luz, conforme ele disse: “Eu sou a luz do mundo. Quem me segue, nunca andará em trevas, mas terá a luz da vida” (Jo 8.12). Levante-se, desperte do seu sono de morte e siga a Jesus! - MM
sexta-feira, 14 de dezembro de 2012
A Sabedoria das manhãs
“Ao anoitecer , pode vir o choro, mas a alegria vem pela manhã” Sl 30.5
Quando eu era mais novo, persegui o ideal de nunca dormir contrariado com alguém. Fazia de tudo para tentar resolver as rusgas dos relacionamentos no dia em que ocorriam. Como se pode imaginar, não foi possível viver o que me propus. A vida real se impôs à ideal e em algumas noites tive de ir dormir chorando.
Não estamos livres do choro porque, como servos de Deus, não vivemos uma vida de mentirinha como em nossas brincadeiras de crianças. Pessoas queridas se vão, decepções vêm, amigos partem, e quando erramos sofremos as consequências dos tropeços.
A nossa fé deve nos tornar saudáveis o suficiente para dizermos como o salmista: “ao anoitecer, pode vir o choro”. Fé em Deus não nega o sofrimento; antes o enfrenta. Entretanto, o enfrenta na perspectiva da esperança e não do desespero. Chorar não é o fim, mas oportunidade para o favor divino. Espere em Deus! Ore! E se a resposta ainda não veio, vá dormir na esperança de que, pela manhã, o Senhor te visitará e mostrará o caminho.
– Senhor, ainda não tenho as respostas que minha alma deseja. Ainda não sei o que fazer. Mas entrego a ti a minha vida e esperarei pela tua misericórdia. Em Cristo, amém!
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
terça-feira, 11 de dezembro de 2012
A Bíblia e a ciência
POR: Pr. Elias Alves
A
Bíblia contradiz a ciência? Se a observação não for superficial
descobriremos uma harmonia entre ambas. A própria Bíblia anunciou
antecipadamente que a ciência se multiplicaria - Daniel 12.4. E mais: A
teoria ondulatória da matéria pode ser vista em Gênesis 1.2. A
telegrafia sem fio em Jó 38.35. A teoria atômica da matéria figura em
Hebreus 11.3, e a força da coesão atômica em Hebreus 1.3.
É
sempre bom avaliar a importância deste livro que, para o Povo de Deus, é
a única regra de fé e prática. A palavra portuguesa Bíblia vem do
grego, bíblia, que é o plural de bíblion, “livro”. Portanto significa
“livros”. Essa palavra deriva-se originalmente da cidade Fenícia de
Bíblos que era um dos antigos centros produtores de papiro, o papel
antigo. O velho Testamento foi escrito em Hebraico com pequenas porções
em Aramaico e o Novo Testamento em Grego. Tem sido usada como literatura
e obra de consulta particular, seus princípios tem alicerçado a ciência
ética, mas acima de tudo, tem sido a sustentação litúrgica, teológica e
devocional de milhões.
A
Bíblia contradiz a ciência? Se a observação não for superficial
descobriremos uma harmonia entre ambas. A própria Bíblia anunciou
antecipadamente que a ciência se multiplicaria - Daniel 12.4. E mais: A
teoria ondulatória da matéria pode ser vista em Gênesis 1.2. A
telegrafia sem fio em Jó 38.35. A teoria atômica da matéria figura em
Hebreus 11.3, e a força da coesão atômica em Hebreus 1.3.
A
luz como base de todas as substâncias é vista em Gênesis 1.3; a fissão
nuclear em Gênesis 1.4, e a reação final em cadeia em Isaías 34.4 e
Lucas 21.25-28. Um Universo em expansão em Isaías 40.22. Veículos a
motor em Joel 2.3, 4; Aeroplanos em Isaías 60.8, e submarinos em
Apocalipse 9.1-11. O rádio pode ser visto em Eclesiastes 10.20, e a
televisão Apocalipse 11.3-12. A esfericidade da terra é vista em Isaías
40.22. A suspensão da terra no espaço em Jó 26.7.
O
conceito do ar dotado de peso é visto em Jó 22.25. O ciclo da água
reconhecido pela ciência moderna é visto em Salmos 104.10, 13 e
Eclesiastes 1.6, 7. A constituição química predominante da água e da
neve (oxigênio e hidrogênio) como base das bombas termonucleares que
poderá dar fim à nossa dispensação em Jó 38.22 e 23...
A
maioria dos homens que lançaram os fundamentos da ciência moderna foram
Cristãos vigorosos. Podemos destacar Copérnico, Galileu, Kepler,
Newton, Francisco Bacon e René Descartes. Para eles, a uniformidade da
natureza e a inviolabilidade das leis naturais faziam parte da fé
religiosa.
E
Charles Darwin? Este inglês publicou a sua obra sobre a seleção natural
intitulada “A evolução das espécies” em 24/11/1859. Embora esta noção
tenha a sua assinatura, como resultado de suas pesquisas em 1831 nas
ilhas do oceano Atlântico e Pacífico, sua inspiração maior foi no livro
de Malthus, Essay on Population em 1838. Os pensamentos de Darwin podem
ser encontrados também entre os filósofos pré-socráticos e se
retrocedermos chegaremos à filosofia religiosa da Índia. A “teoria” da
evolução não a “lei” da evolução é tão antiga quanto à civilização.
A
ciência, quando bem entendida, tem sido uma ferramenta benéfica para o
ser humano. A ciência em todas as suas áreas tem cercado o mundo atual
de muito conforto e ajudado em muitos casos a fortalecer a fé. A ciência
é indispensável, mas jamais pode limitar ou ultrapassar Deus, nem
tampouco, dar respostas à fenômenos sobrenaturais ou relacionados ao
campo espiritual.
A
Bíblia se contradiz? É preciso compreender que a Bíblia foi escrita
originalmente em línguas antigas onde uma mesma palavra designava várias
coisas, pessoas ou objetos. Ao se fazer a tradução para uma língua
moderna onde o fenômeno é o contrário, ou seja, várias palavras para uma
mesma coisa surgem muitos sinônimos. Mas atenção: seus princípios são
eternos e milhares de profecias podem ser comprovadas.
Não
é um livro de ficção e os lugares e acontecimentos mencionados podem
ser comprovados pela arqueologia. Apesar de ter sido escrita por mais de
quarenta escritores, num espaço de 1600 anos, e em três continentes,
não se contradiz e possui um personagem central – Jesus Cristo. Na
Bíblia encontramos um Deus amoroso, desde o Éden, pronto para abençoar a
todos. A revelação do plano de Salvação foi progressiva e não podemos
parar num determinado ponto da história. Começou com Abraão (uma
pessoa), envolveu seus parentes (várias famílias), atingiu seus
primeiros descendentes (tribos), evoluiu com a liderança de Moisés e
Josué (um País), culminou com Jesus que morreu de braços abertos para
todos e que enviou seus discípulos para todas as nações.
Aceite a ciência, mas creia na Bíblia, e seja feliz, hoje e sempre, no amor do Pai.
Fonte: Sou da Promessa
É
sempre bom avaliar a importância deste livro que, para o Povo de Deus, é
a única regra de fé e prática. A palavra portuguesa Bíblia vem do
grego, bíblia, que é o plural de bíblion, “livro”. Portanto significa
“livros”. Essa palavra deriva-se originalmente da cidade Fenícia de
Bíblos que era um dos antigos centros produtores de papiro, o papel
antigo. O velho Testamento foi escrito em Hebrapor Pr. Elias Alves
É
sempre bom avaliar a importância deste livro que, para o Povo de Deus, é
a única regra de fé e prática. A palavra portuguesa Bíblia vem do
grego, bíblia, que é o plural de bíblion, “livro”. Portanto significa
“livros”. Essa palavra deriva-se originalmente da cidade Fenícia de
Bíblos que era um dos antigos centros produtores de papiro, o papel
antigo. O velho Testamento foi escrito em Hebraico com pequenas porções
em Aramaico e o Novo Testamento em Grego. Tem sido usada como literatura
e obra de consulta particular, seus princípios tem alicerçado a ciência
ética, mas acima de tudo, tem sido a sustentação litúrgica, teológica e
devocional de milhões.
A
Bíblia contradiz a ciência? Se a observação não for superficial
descobriremos uma harmonia entre ambas. A própria Bíblia anunciou
antecipadamente que a ciência se multiplicaria - Daniel 12.4. E mais: A
teoria ondulatória da matéria pode ser vista em Gênesis 1.2. A
telegrafia sem fio em Jó 38.35. A teoria atômica da matéria figura em
Hebreus 11.3, e a força da coesão atômica em Hebreus 1.3.
A
luz como base de todas as substâncias é vista em Gênesis 1.3; a fissão
nuclear em Gênesis 1.4, e a reação final em cadeia em Isaías 34.4 e
Lucas 21.25-28. Um Universo em expansão em Isaías 40.22. Veículos a
motor em Joel 2.3, 4; Aeroplanos em Isaías 60.8, e submarinos em
Apocalipse 9.1-11. O rádio pode ser visto em Eclesiastes 10.20, e a
televisão Apocalipse 11.3-12. A esfericidade da terra é vista em Isaías
40.22. A suspensão da terra no espaço em Jó 26.7.
O
conceito do ar dotado de peso é visto em Jó 22.25. O ciclo da água
reconhecido pela ciência moderna é visto em Salmos 104.10, 13 e
Eclesiastes 1.6, 7. A constituição química predominante da água e da
neve (oxigênio e hidrogênio) como base das bombas termonucleares que
poderá dar fim à nossa dispensação em Jó 38.22 e 23...
A
maioria dos homens que lançaram os fundamentos da ciência moderna foram
Cristãos vigorosos. Podemos destacar Copérnico, Galileu, Kepler,
Newton, Francisco Bacon e René Descartes. Para eles, a uniformidade da
natureza e a inviolabilidade das leis naturais faziam parte da fé
religiosa.
E
Charles Darwin? Este inglês publicou a sua obra sobre a seleção natural
intitulada “A evolução das espécies” em 24/11/1859. Embora esta noção
tenha a sua assinatura, como resultado de suas pesquisas em 1831 nas
ilhas do oceano Atlântico e Pacífico, sua inspiração maior foi no livro
de Malthus, Essay on Population em 1838. Os pensamentos de Darwin podem
ser encontrados também entre os filósofos pré-socráticos e se
retrocedermos chegaremos à filosofia religiosa da Índia. A “teoria” da
evolução não a “lei” da evolução é tão antiga quanto à civilização.
A
ciência, quando bem entendida, tem sido uma ferramenta benéfica para o
ser humano. A ciência em todas as suas áreas tem cercado o mundo atual
de muito conforto e ajudado em muitos casos a fortalecer a fé. A ciência
é indispensável, mas jamais pode limitar ou ultrapassar Deus, nem
tampouco, dar respostas à fenômenos sobrenaturais ou relacionados ao
campo espiritual.
A
Bíblia se contradiz? É preciso compreender que a Bíblia foi escrita
originalmente em línguas antigas onde uma mesma palavra designava várias
coisas, pessoas ou objetos. Ao se fazer a tradução para uma língua
moderna onde o fenômeno é o contrário, ou seja, várias palavras para uma
mesma coisa surgem muitos sinônimos. Mas atenção: seus princípios são
eternos e milhares de profecias podem ser comprovadas.
Não
é um livro de ficção e os lugares e acontecimentos mencionados podem
ser comprovados pela arqueologia. Apesar de ter sido escrita por mais de
quarenta escritores, num espaço de 1600 anos, e em três continentes,
não se contradiz e possui um personagem central – Jesus Cristo. Na
Bíblia encontramos um Deus amoroso, desde o Éden, pronto para abençoar a
todos. A revelação do plano de Salvação foi progressiva e não podemos
parar num determinado ponto da história. Começou com Abraão (uma
pessoa), envolveu seus parentes (várias famílias), atingiu seus
primeiros descendentes (tribos), evoluiu com a liderança de Moisés e
Josué (um País), culminou com Jesus que morreu de braços abertos para
todos e que enviou seus discípulos para todas as nações.
Aceite a ciência, mas creia na Bíblia, e seja feliz, hoje e sempre, no amor do Pai.
Fonte: Sou da Promessa
ico com pequenas porções
em Aramaico e o Novo Testamento em Grego. Tem sido usada como literatura
e obra de consulta particular, seus princípios tem alicerçado a ciência
ética, mas acima de tudo, tem sido a sustentação litúrgica, teológica e
devocional de milhões.
A
Bíblia contradiz a ciência? Se a observação não for superficial
descobriremos uma harmonia entre ambas. A própria Bíblia anunciou
antecipadamente que a ciência se multiplicaria - Daniel 12.4. E mais: A
teoria ondulatória da matéria pode ser vista em Gênesis 1.2. A
telegrafia sem fio em Jó 38.35. A teoria atômica da matéria figura em
Hebreus 11.3, e a força da coesão atômica em Hebreus 1.3.
A
luz como base de todas as substâncias é vista em Gênesis 1.3; a fissão
nuclear em Gênesis 1.4, e a reação final em cadeia em Isaías 34.4 e
Lucas 21.25-28. Um Universo em expansão em Isaías 40.22. Veículos a
motor em Joel 2.3, 4; Aeroplanos em Isaías 60.8, e submarinos em
Apocalipse 9.1-11. O rádio pode ser visto em Eclesiastes 10.20, e a
televisão Apocalipse 11.3-12. A esfericidade da terra é vista em Isaías
40.22. A suspensão da terra no espaço em Jó 26.7.
O
conceito do ar dotado de peso é visto em Jó 22.25. O ciclo da água
reconhecido pela ciência moderna é visto em Salmos 104.10, 13 e
Eclesiastes 1.6, 7. A constituição química predominante da água e da
neve (oxigênio e hidrogênio) como base das bombas termonucleares que
poderá dar fim à nossa dispensação em Jó 38.22 e 23...
A
maioria dos homens que lançaram os fundamentos da ciência moderna foram
Cristãos vigorosos. Podemos destacar Copérnico, Galileu, Kepler,
Newton, Francisco Bacon e René Descartes. Para eles, a uniformidade da
natureza e a inviolabilidade das leis naturais faziam parte da fé
religiosa.
E
Charles Darwin? Este inglês publicou a sua obra sobre a seleção natural
intitulada “A evolução das espécies” em 24/11/1859. Embora esta noção
tenha a sua assinatura, como resultado de suas pesquisas em 1831 nas
ilhas do oceano Atlântico e Pacífico, sua inspiração maior foi no livro
de Malthus, Essay on Population em 1838. Os pensamentos de Darwin podem
ser encontrados também entre os filósofos pré-socráticos e se
retrocedermos chegaremos à filosofia religiosa da Índia. A “teoria” da
evolução não a “lei” da evolução é tão antiga quanto à civilização.
A
ciência, quando bem entendida, tem sido uma ferramenta benéfica para o
ser humano. A ciência em todas as suas áreas tem cercado o mundo atual
de muito conforto e ajudado em muitos casos a fortalecer a fé. A ciência
é indispensável, mas jamais pode limitar ou ultrapassar Deus, nem
tampouco, dar respostas à fenômenos sobrenaturais ou relacionados ao
campo espiritual.
A
Bíblia se contradiz? É preciso compreender que a Bíblia foi escrita
originalmente em línguas antigas onde uma mesma palavra designava várias
coisas, pessoas ou objetos. Ao se fazer a tradução para uma língua
moderna onde o fenômeno é o contrário, ou seja, várias palavras para uma
mesma coisa surgem muitos sinônimos. Mas atenção: seus princípios são
eternos e milhares de profecias podem ser comprovadas.
Não
é um livro de ficção e os lugares e acontecimentos mencionados podem
ser comprovados pela arqueologia. Apesar de ter sido escrita por mais de
quarenta escritores, num espaço de 1600 anos, e em três continentes,
não se contradiz e possui um personagem central – Jesus Cristo. Na
Bíblia encontramos um Deus amoroso, desde o Éden, pronto para abençoar a
todos. A revelação do plano de Salvação foi progressiva e não podemos
parar num determinado ponto da história. Começou com Abraão (uma
pessoa), envolveu seus parentes (várias famílias), atingiu seus
primeiros descendentes (tribos), evoluiu com a liderança de Moisés e
Josué (um País), culminou com Jesus que morreu de braços abertos para
todos e que enviou seus discípulos para todas as nações.
Aceite a ciência, mas creia na Bíblia, e seja feliz, hoje e sempre, no amor do Pai.
Fonte: Sou da Promessa
segunda-feira, 10 de dezembro de 2012
A Bíblia é
A Bíblia Sagrada é o livro
Que fala de salvação
Mostra a fé inabalável
Como a história de Abrão.
A Bíblia Sagrada é o livro
Que fala de mandamento
De Deus entregando a Moisés
E pedindo cumprimento.
A Bíblia Sagrada é o livro
Que conta a vida de Jó
De sua paciência na doença
E o que aconteceu à mulher de Ló
A Bíblia Sagrada é o livro
Dos lindos Salmos de Davi
Na alegria e sofrimento
Sabia chorar e sorrir.
A Bíblia Sagrada é o livro
Que conta a história de Jesus
Que pra salvar a humanidade
Teve morte sangrenta na cruz
Por isso, caro leitor,
Hoje lhe faço um apelo
Presenteie e leia a Bíblia
E encontrará sábios conselhos.
Dando a Bíblia estará ensinando
Como a Pessoa se salvar
Lendo a Bíblia e praticando
Com Cristo irá se encontrar.
Fonte: FESOFAP | Adaptado Sou da Promessa
quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
Deus É o Evangelho - John Piper
POR: John Piper
Você já se perguntou por que o perdão de Deus tem algum valor? E quanto à vida eterna? Você alguma vez se perguntou por que uma pessoa iria querer ter vida eterna? Por que deveríamos desejar viver eternamente? Estas indagações têm importância porque é possível querer o perdão e a vida eterna por razões que provam que você não os tem.
Vejamos
o perdão, por exemplo. Você pode desejar o perdão de Deus porque é
muito infeliz com sentimentos de culpa. Você quer apenas um alívio. Se
você crê que Ele o perdoa, então terá algum refrigério, mas não
necessariamente a salvação. Se deseja o perdão simplesmente por causa
de alívio emocional, não terá o perdão de Deus. Ele não o dá para
aqueles que o usam unicamente para obter as Suas dádivas e não desejam
ter a Ele mesmo.
Ou
você pode querer ser curado de uma enfermidade ou conseguir um emprego
ou encontar um cônjuge. Você então toma conhecimento de que Deus pode
ajudá-lo a conquistar estas coisas, mas que primeiramente os seus
pecados deveriam ser perdoados. Alguém orienta você a crer que Cristo
morreu pelos seus pecados, e que se você crer nisto, seus pecados serão
perdoados. Você então crê a fim de remover o obstáculo à saúde, ao
emprego, e ao cônjuge. Essa é a salvação do evangelho? Penso que não.
Em
outras palavras,importa o que se espera obter através do perdão.
Importa o porquê de desejá-lo. Se quiser o perdão exclusivamente pelo
interesse de saborear a criação, então o Criador não é honrado e você
não está salvo. O perdão é precioso por uma razão definitiva: ele o
capacita a desfrutar comunhão com Deus. Se não quiser o perdão por essa
razão, não o terá de maneira alguma. Deus não será usado como moeda
para a aquisição de ídolos.
Semelhantemente,
perguntamos: por que queremos vida eterna? Alguém pode dizer: porque o
inferno é a alternativa, e essa é dolorosa. Outro pode dizer: porque
não haverá tristeza lá. Outro pode dizer: meus entes queridos foram
para lá e quero estar com eles. Outros podem sonhar com sexo e comida
incessantes. Ou riquezas mais nobres. Em todos estes propósitos uma
coisa está faltando: Deus.
O
motivo salvífico para se querer a vida eterna é apresentado em João
17.3: "Esta é a vida eterna: que Te conheçam, o único Deus verdadeiro, e
a Jesus Cristo, a quem enviaste". Se você não desejar a vida eterna
porque esta representa satisfação em Deus, então você não terá vida
eterna. Simplesmente mentimos a nós mesmos que somos cristãos, se
usarmos o glorioso evangelho de Cristo para conseguir o que amamos mais
do que a Cristo. As “boas novas” não se mostrarão boas a ninguém para
quem Deus não seja o benefício principal.
Esta
está a maneira como Jonathan Edwards expressa estas verdades em um
sermão para o seu povo em 1731. Leia o texto lentamente e deixe-o
despertá-lo à verdadeira excelência do perdão e da vida.
"Os redimidos têm todos os seus reais benefícios em Deus. O próprio Deus é o maior bem que possuem e desfrutam por meio da redenção. Ele é o bem mais sublime, e a soma de todos os benefícios que Cristo adquiriu. Deus é a herança dos santos; Ele é a porção de suas almas. Deus é a sua riqueza e o seu tesouro, seu alimento, sua vida, sua moradia, seu adorno e diadema, sua honra e glória eternas. Eles não têm ninguém no céu, além de Deus; Ele é o grande bem a quem os redimidos são acolhidos na hora da morte, e para o qual eles ressuscitarão no fim dos tempos. O Senhor Deus, Ele é a luz da Jerusalém celestial; é o “rio da água da vida” que corre, e a árvore da vida que cresce, “no meio do paraíso de Deus”. As magníficas excelências e beleza de Deus serão o que, por todo o sempre, nutrirão os pensamentos dos santos, e o amor de Deus será o seu banquete eterno. Os redimidos desfrutarão de outras coisas; eles desfrutarão dos anjos, e desfrutarão uns dos outros: mas o que eles apreciarão nos anjos e uns nos outros, ou em qualquer outra coisa, o que irá conceder-lhes gozo e satisfação, será o que, de Deus, é visto neles."(Os Sermões de Jonathan Edwards: Um Leitor [New Haven: Yale University Press, 1999], pp. 74-75)
Deleitando-me em Deus através do evangelho, com você,
Pastor John
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quarta-feira, 21 de novembro de 2012
A Glória de Deus, Fim Último de Todas as Coisas!
por Hernandes Dias Lopes
Deus, e não o homem, é o centro do universo. O homem é um ser criado e dependente enquanto Deus é o criador e auto-existente. Deus é completo e perfeito em si mesmo. Ele não depende da criação para ser Deus nem deriva glória dela para ser pleno. Muito embora Deus seja uno também é trino. É um só Deus em três pessoas distintas, de tal forma que o Pai não é o Filho nem o Filho o Pai. O Filho não é o Espírito Santo nem o Espírito Santo é o Pai. Essas três Pessoas divinas e distintas, desde toda a eternidade, resolveram criar todas as coisas para o louvor da sua glória e formar o homem à sua imagem e semelhança, a fim de que este o conhecesse e o glorificasse, pela riqueza de sua graça.
A despeito da raça humana ter caído em desventura e pecado, Deus não desistiu de nós, antes enviou-nos seu bendito Filho, para ser nosso redentor. Tanto o amor de Deus por nós é eterno como também é eterna
sua provisão para nosso pecado, uma vez que, nos decretos de Deus, o Cordeiro de Deus foi morto desde a fundação do mundo (Ap 13.8). Deus jamais desistiu de nos amar e nos atrair para si com cordas de amor.
Seu amor é eterno, incondicional, perseverante e sacrificial. Deus nos amou quando nós éramos fracos, ímpios, pecadores e inimigos. Estando nós perdidos, Deus nos encontrou. Estando nós cegos, Deus iluminou os olhos da nossa alma. Estando nós mortos em delitos e pecados, Deus nos deu vida juntamente com Cristo. E por que Deus fez tudo isso? Para o louvor da sua glória!
A glória de Deus é o fim último de todas as coisas. Todas as coisas foram criadas e existem para que Deus seja glorificado. O apóstolo Paulo, escrevendo aos Romanos, sintetiza essa magna verdade, nos seguintes termos: “Porque dele, por meio dele, e para ele são todas as coisas” (Rm 11.36). Chamamos a atenção, portanto, para três verdades aqui:
1. Deus é a origem e o dono de todas as coisas. O universo não veio à existência por geração espontânea nem surgiu de uma explosão cósmica. Em vez de ser o resultado de uma evolução de milhões e milhões de anos, foi criado por Deus para a sua própria glória. Deus é a fonte e Deus é dono do universo. Não há um centímetro sequer do vasto cosmos onde Deus não possa dizer: “Isto foi criado por mim. Isto é meu. Isto existe para a minha glória”.
2. Deus é o sustentador de todas as coisas. Não apenas todas as coisas são de Deus, mas também, todas as coisas são por meio dele. Deus não é apenas o criador do universo e tudo o que nele há, é também seu sustentador. Deus não é apenas transcendente, é também imanente. Não apenas está fora da criação, é maior do que ela e independente dela, mas interfere na criação e dela cuida. Em Deus nós vivemos, nos movemos e existimos. É Deus quem nos dá respiração e tudo o mais. Ele é o nosso criador e provedor. Ele é o Deus da criação e também o Deus da providência. Ele é o Deus que perdoa as nossas iniquidades e nos
coroa de graça e misericórdia.
3. Deus é a razão máxima para a qual todas as coisas existem. Paulo conclui dizendo que todas as coisas são para ele. Fomos criados por Deus e nossa existência não encontra seu pleno significado enquanto não nos voltamos para Deus. Não vivemos para nós mesmos. Não somos o fim último de nossa própria existência. Não viemos a este mundo para construirmos monumentos a nós mesmos. Fomos criados e salvos para o louvor da sua glória. O universo deve ser o palco iluminado onde resplandece a glória de Deus. Nossa vida deve ser a plataforma onde se desenrola o eterno, perfeito e vitorioso projeto divino, cujo fim último é a manifestação da glória de Deus. É quando vivemos nessa dimensão que encontramos deleite e prazer na vida. É quando focamos nossa vida em Deus que encontramos a nós mesmos. É quando vivemos para Deus, que ele é glorificado em nós e nós sentimos mais prazer nele!
***
Fonte: Palavra da Verdade
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