Ultimato
Uma vez chamado por Deus para ser profeta, no ano em que o rei Uzias morreu (cerca de 740 a.C.), Isaías começa a anunciar primeiro o juízo e, depois, a misericórdia do Senhor sobre a nação eleita. Durante 40 anos, o profeta fez ambas as coisas. Logo no início recebeu uma estranha ordem: “Isaías, faça com que esse povo fique com a mente fechada, com os ouvidos surdos e com os olhos cegos, a fim de que não possam ver, nem ouvir, nem entender ” (Is 6.10). Com essa mensagem, o profeta realiza a primeira obrigação que tinha: convencer o povo do pecado e do juízo que cairia sobre a nação. Essa incapacidade de ver, ouvir e entender tornaria difíceis — senão impossíveis — a conversão e a cura do povo. Porém, o profeta deveria clamar continuamente (segundo a tradição, Isaías é o herói da fé “serrado pelo meio”, do qual fala a Carta aos Hebreus). O pico do juízo divino aconteceria mais de 150 anos depois, com a destruição de Jerusalém e a deportação do povo para a Babilônia (586 a.C.).
Entretanto, como o ministério do profeta era duplo, Isaías anuncia também a graça divina: “Os que restarem [os israelitas não deportados] serão como o toco de um carvalho que foi cortado” (Is 6.13). Eis o toco da esperança!
Digamos que esse carvalho tivesse 12 metros de diâmetro (como um cipreste do México) e 110 metros de altura (como a sequoia gigante da Califórnia). Ainda assim ele seria cortado ao rés do chão, perderia o tronco, os ramos, as folhas e a imponência, mas não as raízes. Ficaria o toco da esperança e o carvalho cresceria outra vez. O juízo divino não poupa a árvore e a graça divina poupa o toco da árvore. Isaías explica: “O toco representa um novo começo para o povo de Deus” (Is 6.13).
Deus nunca acaba com tudo! Ele sempre deixa o toco da esperança. Precisamos enxergar os tocos da esperança que estão nas Escrituras, na história e nos eventos. São apenas tocos, mas estão enraizados, firmes, cheios de vida e de potencialidade, que vão nos surpreender. Mesmo com uma mensagem carregada de guerras, sangue e “barulho de choro” (Is 15.8), o profeta, não apenas uma vez, mas várias, aponta para o mais solene e glorioso toco de esperança, tanto para os judeus como para os não-judeus:
A aflição dos que estiverem sofrendo vai acabar [...]. O povo que andava na escuridão [sem poder ouvir, ver e entender] viu uma forte luz; a luz brilhou sobre os que viviam nas trevas. Tu, ó Deus, aumentaste esse povo e lhe deste muita felicidade […]. Tu arrebentaste as suas correntes de escravos, quebraste o bastão com que eram castigados […]. As botas barulhentas dos soldados e todas as suas roupas sujas de sangue serão completamente destruídas pelo fogo. Pois já nasceu uma criança, Deus nos mandou um menino que será o nosso rei. Ele será chamado de “Conselheiro Maravilhoso”, “Deus Poderoso”, “Pai Eterno”, “Príncipe da Paz”. […] No seu grande amor, o Senhor Todo-Poderoso fará com que tudo isso aconteça (Is 9.1-7).
A criança, o menino, o rei, o “Príncipe da Paz”, são uma só pessoa: o Senhor Jesus Cristo. Esse notável toco de esperança “representa um novo começo para o povo de Deus” (Is 6.13b). O Apocalipse também nos fala de um novo começo: “Então vi um novo céu e uma nova terra. O primeiro céu e a primeira terra desapareceram” (Ap 21.1).Marcadores
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sexta-feira, 22 de novembro de 2013
Ultimato Uma vez chamado por Deus para ser profeta,
Ultimato
Uma vez chamado por Deus para ser profeta, no ano em que o rei Uzias morreu (cerca de 740 a.C.), Isaías começa a anunciar primeiro o juízo e, depois, a misericórdia do Senhor sobre a nação eleita. Durante 40 anos, o profeta fez ambas as coisas. Logo no início recebeu uma estranha ordem: “Isaías, faça com que esse povo fique com a mente fechada, com os ouvidos surdos e com os olhos cegos, a fim de que não possam ver, nem ouvir, nem entender ” (Is 6.10). Com essa mensagem, o profeta realiza a primeira obrigação que tinha: convencer o povo do pecado e do juízo que cairia sobre a nação. Essa incapacidade de ver, ouvir e entender tornaria difíceis — senão impossíveis — a conversão e a cura do povo. Porém, o profeta deveria clamar continuamente (segundo a tradição, Isaías é o herói da fé “serrado pelo meio”, do qual fala a Carta aos Hebreus). O pico do juízo divino aconteceria mais de 150 anos depois, com a destruição de Jerusalém e a deportação do povo para a Babilônia (586 a.C.).
Entretanto, como o ministério do profeta era duplo, Isaías anuncia também a graça divina: “Os que restarem [os israelitas não deportados] serão como o toco de um carvalho que foi cortado” (Is 6.13). Eis o toco da esperança!
Digamos que esse carvalho tivesse 12 metros de diâmetro (como um cipreste do México) e 110 metros de altura (como a sequoia gigante da Califórnia). Ainda assim ele seria cortado ao rés do chão, perderia o tronco, os ramos, as folhas e a imponência, mas não as raízes. Ficaria o toco da esperança e o carvalho cresceria outra vez. O juízo divino não poupa a árvore e a graça divina poupa o toco da árvore. Isaías explica: “O toco representa um novo começo para o povo de Deus” (Is 6.13).
Deus nunca acaba com tudo! Ele sempre deixa o toco da esperança. Precisamos enxergar os tocos da esperança que estão nas Escrituras, na história e nos eventos. São apenas tocos, mas estão enraizados, firmes, cheios de vida e de potencialidade, que vão nos surpreender. Mesmo com uma mensagem carregada de guerras, sangue e “barulho de choro” (Is 15.8), o profeta, não apenas uma vez, mas várias, aponta para o mais solene e glorioso toco de esperança, tanto para os judeus como para os não-judeus:
A aflição dos que estiverem sofrendo vai acabar [...]. O povo que andava na escuridão [sem poder ouvir, ver e entender] viu uma forte luz; a luz brilhou sobre os que viviam nas trevas. Tu, ó Deus, aumentaste esse povo e lhe deste muita felicidade […]. Tu arrebentaste as suas correntes de escravos, quebraste o bastão com que eram castigados […]. As botas barulhentas dos soldados e todas as suas roupas sujas de sangue serão completamente destruídas pelo fogo. Pois já nasceu uma criança, Deus nos mandou um menino que será o nosso rei. Ele será chamado de “Conselheiro Maravilhoso”, “Deus Poderoso”, “Pai Eterno”, “Príncipe da Paz”. […] No seu grande amor, o Senhor Todo-Poderoso fará com que tudo isso aconteça (Is 9.1-7).
A criança, o menino, o rei, o “Príncipe da Paz”, são uma só pessoa: o Senhor Jesus Cristo. Esse notável toco de esperança “representa um novo começo para o povo de Deus” (Is 6.13b). O Apocalipse também nos fala de um novo começo: “Então vi um novo céu e uma nova terra. O primeiro céu e a primeira terra desapareceram” (Ap 21.1).domingo, 30 de setembro de 2012
A diferença entre união e comunhão
por Kelly Kapic
In: Comunhão com o Deus Trino
Crentes estão unidos a Cristo em Deus pelo Espírito. Essa união é uma ação unilateral de Deus, na qual aqueles que estavam mortos são vivificados, aqueles que viviam nas trevas começam a ver a luz e aqueles que estavam escravizados ao pecado são libertos para serem amados e para amar. Quando se fala em “união”, deve ficar claro que o ser humano é meramente receptivo, sendo objeto da ação graciosa de Deus. Essa é a condição e o estado de todos os santos verdadeiros.
A comunhão com Deus, no entanto, é distinta da união. Aqueles que estão unidos a Cristo são chamados para responder ao amor atrativo de Deus. Enquanto a união com Cristo é algo invariável, a experiência que uma pessoa tem da comunhão com Cristo pode oscilar. Essa é uma distinção teológica e empírica importante, pois protege a verdade bíblica de que somos salvos pela livre e radical graça divina. Além do mais, essa distinção também protege a verdade bíblica de que os filhos de Deus têm um relacionamento com o seu Senhor e de que há coisas que os crentes podem fazer para contribuir ou atrapalhar tal relacionamento.
Quando um crente lida confortavelmente com o pecado (pecados propositais ou de omissão), isso invariavelmente afeta seu nível de intimidade com Deus. Não é que o amor do Pai aumente ou diminua por seus filhos de acordo com suas ações, pois seu amor é constante. Não quer dizer que Deus se afasta de nós, mas nós nos afastamos dele. O pecado isola o crente, fazendo que se sinta distante de Deus. Depois, vêm as acusações – tanto de Satanás como de nós mesmos – que podem fazer o crente preocupar-se e entender que está sob a ira de Deus. Na verdade, no entanto, os santos não estão sob a ira, mas sob a sombra segura da cruz.
Embora a perseverança de um crente na oração, na adoração comunitária e na meditação bíblica não seja o que faz Deus o amar mais ou menos, tais atividades contribuem para promover uma bela experiência de comunhão com Deus. Entregar-se às tentações e negligenciar a devoção a Deus ameaça a comunhão, mas não a união. É essa união que encoraja o crente a retornar do pecado para Deus, que é rápido em perdoar, cheio de compaixão e fiel em seu amor infinito.
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
Quando sentimos vontade de reclamar
por Ray Ortlund
Traduzido por Rafael Bello – iprodigo.com
John Flavel, um pastor puritano, nos ajuda a superar a nossa tendência de reclamar quando temos dificuldade em obedecer a Cristo. Ele recria em sua imaginação teológica uma conversa entre o Pai e o Filho na eternidade, quando o Filho aceitou uma difícil tarefa de obediência em nosso favor:
“Pai: Meu filho, aqui está um grande grupo de pobres almas miseráveis totalmente despropositadas que agora estão prontas para receberem a minha justiça! Ou eles dão satisfação pelo que fizeram, ou vão “usufruir” de uma ruína eterna. O que será feito destas almas?
Filho: Pai meu, tão grande é o meu amor e compaixão para com eles, que ao invés de perecerem eternamente, eu vou ser responsável por eles como substituto. Traga todas as dívidas deles, para que eu possa ver o que eles devem a Ti. Senhor, traga tudo, para que nada fique sem satisfação. Exija tudo de mim. Prefiro escolher sofrer a tua ira a vê-los terem de sofrê-la. Em mim, meu Pai, em mim sejam debitadas todas as dívidas deles.
Pai: Mas meu filho, se queres substituí-los, deves pagar a conta até o último centavo também. Não espere abatimentos [descontos]. Se eu poupá-los, não vou poupar a Ti.
Filho: Com toda satisfação, Pai. Que assim seja. Cobre tudo de mim. Eu sou capaz de cumprir. E apesar de eu ter que me esvaziar para isso, apesar de me empobrecer de todas as minhas riquezas e abrir mão de todos os meus tesouros, estou contente por fazer isso.”
Então Flavel afirma: “Envergonhem-se, ó crentes ingratos. Ó, que a vergonha cubra seus rostos. Julgai entre vós mesmos agora, Cristo merece que você fique com ele por ninharias, que você passe por algumas dificuldades mesquinhas e reclame: ‘Isso é difícil, e como é complicado?’ Ó, se você conhecesse a graça de nosso Senhor Jesus Cristo nesta condescendência maravilhosa por você, você não faria isso.”
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domingo, 6 de novembro de 2011
O que permanece ?
Para que as coisas que não são abaladas permaneçam. Hebreus 12.27
Temos muitas coisas em nossa possessão que podem ser abaladas. É tolice para o crente depender dessas coisas, visto que não existe nada estável neste mundo. Mas temos certas coisas que não podem ser abaladas. Se as coisas abaláveis fossem todas removidas, você poderia obter consolação das coisas inabaláveis, que permanecerão. Não importa quais tenham sido as suas perdas, você desfruta de uma salvação presente. Você permanece aos pés da cruz de Cristo, confiando nos méritos do precioso sangue de Jesus. Nenhuma subida ou queda dos mercados pode interferir na salvação que você possui em Cristo. Nenhuma falência e nenhuma ruína financeira podem tocar nessa salvação. Você é um filho de Deus. Nenhuma mudança de circunstâncias pode roubar-lhe a salvação. Se você for despojado de muitos bens e cair em pobreza, pode afirmar: "Deus ainda é meu Pai. Na casa de meu Pai há muitas moradas; portanto, não ficarei perturbado".
Outra bênção permanente é o amor de Jesus Cristo. Aquele que é Deus e homem o ama com todo o vigor de sua natureza afetiva, e nada pode alterar isso. Nada deste mundo inquieta o homem, que pode cantar: "O meu amado é meu, e eu sou dele" (Cântico dos Cânticos 2.16). Não podemos perder nossa herança mais valiosa. Sempre que os problemas surgirem, permaneçamos firmes. Mostremos que não somos criancinhas que se abalam por aquilo que acontece nesta época fugaz. Nossa pátria é a terra de Emanuel, e nossa esperança está além do céu. Portanto, calmos como o oceano no verão, veremos a destruição de todas as coisas da terra e ainda nos regozijaremos no Deus de nossa salvação.
Por; C H. Spurgeon
sábado, 5 de novembro de 2011
Deus conosco
“Deus será convosco” (Gn 48.21).
O velho e bondoso Jacó não poderia mais ficar com José, pois sua hora de morrer havia chegado. No entanto, ele deixou seu filho sem ansiedade, visto que afirmou confiadamente: “Deus será convosco”. Quando nossos relacionamentos mais íntimos ou os amigos que nos oferecem mais ajuda são chamados ao lar eterno, por meio da morte, temos de nos consolar com o pensamento de que o Senhor não se apartou de nós, mas vive por nós e permanece conosco para sempre.
Se Deus permanece conosco, temos um companheiro enobrecedor, mesmo que sejamos pobres e desprezados. Se Ele está conosco, desfrutamos do poder todo-suficiente, pois nada existe que seja excessivamente difícil para o Senhor. Se Deus permanece conosco, estamos sempre seguros, pois ninguém pode causar danos àqueles que andam à sombra do Senhor.
Oh! Que regozijo encontramos nestas verdades! Deus não apenas está conosco, Ele também estará conosco – como indivíduos, como famílias, como igrejas. O próprio nome de Jesus não é Emanuel, ou seja, Deus conosco? Essa não é a melhor de todas as coisas: Deus está conosco? Sejamos diligentemente ousados e, com alegria, tenhamos esperança. Nossa causa prosperará; a verdade tem de vencer, pois o Senhor está com aqueles que estão com Ele.
Durante todo este dia, seja esta doce promessa desfrutada por todos os crentes que agora meditam nestas palavras. Não é possível existir nenhuma felicidade maior do que esta.
Por; C. H. Spurgeon
domingo, 18 de setembro de 2011
O Gozo de Saber que Deus é Deus
por;John Piper
O esforço humano nunca pode impressionar um Deus onipotente, e a grandeza dos homens jamais pode impressionar um Deus de grandeza infinita. Isto é má notícia para aqueles que competem com Deus, mas boa notícia para aqueles que querem viver pela fé.
O Salmo 147 é uma emocionante declaração de esperança para um povo que desfruta do gozo e certeza de que Deus é Deus. O salmista afirma: “Conta o número das estrelas, chamando-as todas pelo seu nome” (v. 4). Ora, isto é mais do que podemos apreender! “Tal conhecimento é maravilhoso demais para mim: é sobremodo elevado, não o posso atingir” (Sl 139.6).
A Terra, onde vivemos, é um pequeno planeta que gira em torno de uma estrela chamada Sol, que tem o volume um milhão e trezentas vezes maior do que o da Terra. Existem estrelas milhões de vezes mais luminosas do que o Sol. Existem aproximadamente cem bilhões de estrelas em nossa galáxia, a Via Láctea, que tem cem mil anos-luz de extensão. (Um ano-luz equivale a 299.792.458 km/s.) O Sol viaja a 249 km/s, e, por isso, seriam necessários, duzentos milhões de anos para que o sol cumprisse apenas uma órbita em volta da Via Láctea. Existem milhões de outras galáxias além da nossa.
Agora, ouça novamente: o Salmo 147 afirma que Deus conta o número de todas as estrelas. Não somente isso, afirma também que Ele as chama pelo nome que lhes deu, tal como se faz a animais de estimação. Você os olha, observa suas características e chama-os por algum nome que se enquadre nas diferenças. Quando cantamos o hino “Let All Things Now Living”, de Katherine Davis, eu sorrio com grande satisfação quando chego às palavras:
Ele estabelece a sua lei:
As estrelas, em seus cursos,
O Sol, em sua órbita,
Resplandecem obedientemente.
Sim, eu penso, “obedientemente” é a palavra correta! O sol tem um nome na mente de Deus. Ele chama o sol por seu nome, diz a ele o que fazer e ele obedece. E assim o fazem trilhões de estrelas. (Assim como todos os elétrons, em todas as moléculas dos elementos das estrelas e dos planetas, incluindo os elementos que se encontram nas guelras de um tubarão que vive embaixo das rochas, na costa da ilha de Rhode.)
Ora, o que impressionaria um Deus como este? Salmo 147.10-11 nos mostra com clareza:
Não faz caso da força do cavalo, nem se compraz nos músculos do guerreiro. Agrada-se o Senhor dos que o temem e dos que esperam na sua misericórdia.
Imagine um levantador de peso, nas Olimpíadas, que se orgulha de haver levantado duzentos e vinte e cinco quilos. Ou imagine algum cientista se orgulhando de que descobriu como uma molécula é afetada por outra. Não precisamos ser gênios para saber que Deus não se deixa impressionar por essas coisas.
As boas-novas para aqueles que desfrutam do gozo de saber que Deus é Deus é que Ele tem prazer nessas pessoas. Deus se agrada daqueles que esperam no imensurável poder dEle. Não é uma coincidência literária o fato de que os versículos referentes a outro aspecto da grandeza de Deus (nos versículos 4 e 5), mostram-No cuidando do fraco (vv. 3 e 6):
3 sara os de coração quebrantado
e lhes pensa as feridas.
4 Conta o número das estrelas,
chamando-as todas pelo seu nome.
5 Grande é o Senhor nosso e mui poderoso;
o seu entendimento não se pode medir.
6 O Senhor ampara os humildes
e dá com os ímpios em terra.
Oh! que prenda a nossa atenção a verdade de que Deus é Deus e trabalha onipotentemente em favor daqueles que esperam nEle (Is 64.4), bem como na sua misericórdia (Sl 147.11) e O amam (Rm 8.28). Ele ama ser Deus para os fracos e desamparados, que O buscam para tudo o que necessitam.
Copyright: © Editora FIEL
O leitor tem permissão para divulgar e distribuir esse texto, desde que não altere seu formato, conteúdo e / ou tradução e que informe os créditos tanto de autoria, como de tradução e copyright. Em caso de dúvidas, faça contato com a Editora Fiel.
O leitor tem permissão para divulgar e distribuir esse texto, desde que não altere seu formato, conteúdo e / ou tradução e que informe os créditos tanto de autoria, como de tradução e copyright. Em caso de dúvidas, faça contato com a Editora Fiel.
sábado, 17 de setembro de 2011
Proteção de DEUS
...
As
coisas acontecem na hora
certa.
Exatamente quando devem
acontecer!
Momentos felizes, louve a
Deus.
Momentos difíceis,
busque a Deus.
Momentos silenciosos,
adore a Deus.
Momentos
dolorosos, confie em Deus.
Cada momento,
agradeça a Deus.
As
coisas acontecem na hora
certa.
Exatamente quando devem
acontecer!
Momentos felizes, louve a
Deus.
Momentos difíceis,
busque a Deus.
Momentos silenciosos,
adore a Deus.
Momentos
dolorosos, confie em Deus.
Cada momento,
agradeça a Deus.
terça-feira, 13 de setembro de 2011
A vida com DEUS
Cena 1 |
Cena 2 |
Cena 3 |
Cena 4 |
Cena 5 |
Cena 6 |
Cena 7 |
Cena 8 |
Cena 9 |
Cena 10 |
Cena 11 |
Cena 12 |
Cena 13 |
Cena 14 |
Cena 15 |
Cena 16 |
Cena 17 |
A Vida com Deus... |
Cena 20 |
Cena 21 |
Construindo Pontes
Conta-se que, certa vez, dois irmãos que moravam em fazendas vizinhas, separadas apenas por um riacho, entraram em conflito.
Foi a primeira grande desavença em toda uma vida trabalhando lado a lado, repartindo as ferramentas e cuidando um do outro.
Durante anos eles percorreram uma estrada estreita e muito comprida, que seguia ao longo do rio para, ao final de cada dia, poderem atravessá-lo e desfrutar um da companhia do outro. Apesar do cansaço, faziam a caminhada com prazer, pois se amavam.
Mas agora tudo havia mudado. O que começara com um pequeno mal entendido finalmente explodiu numa troca de palavras ríspidas, seguidas por semanas de total silêncio.
Numa manhã, o irmão mais velho ouviu baterem na sua porta. Ao abri-la notou um homem com uma caixa de ferramentas de carpinteiro na mão.
Estou procurando trabalho – disse ele.
Talvez você tenha um pequeno serviço que eu possa executar.
Sim! – disse o fazendeiro – claro que tenho trabalho para você. Veja aquela fazenda além do riacho. É do meu vizinho. Na realidade, meu irmão mais novo. Nós brigamos e não posso mais suportá-lo.
- Vê aquela pilha de madeira perto do celeiro? Quero que você construa uma cerca bem alta ao longo do rio para que eu não precise mais vê-lo.
Acho que entendo a situação – disse o carpinteiro. Mostre-me onde estão a pá e os pregos que certamente farei um trabalho que lhe deixará satisfeito.
Como precisava ir à cidade, o irmão mais velho ajudou o carpinteiro a encontrar o material e partiu.
O homem trabalhou arduamente durante todo aquele dia medindo, cortando e pregando. Já anoitecia quando terminou sua obra.
O fazendeiro chegou da sua viagem e seus olhos não podiam acreditar no que viam. Não havia qualquer cerca!
Em vez da cerca havia uma ponte que ligava as duas margens do riacho.
Era realmente um belo trabalho, mas o fazendeiro ficou enfurecido e falou: você foi muito atrevido construindo essa ponte após tudo que lhe contei.
No entanto, as surpresas não haviam terminado. Ao olhar novamente para a ponte, viu seu irmão aproximando-se da outra margem, correndo com os braços abertos.
Por um instante permaneceu imóvel de seu lado do rio. Mas, de repente, num só impulso, correu na direção do outro e abraçaram-se chorando no meio da ponte.
O carpinteiro estava partindo com sua caixa de ferramentas quando o irmão que o contratou pediu-lhe emocionado: “espere! fique conosco mais alguns dias”.
E o carpinteiro respondeu: “eu adoraria ficar, mas, infelizmente, tenho muitas outras pontes para construir.”
E você, está precisando de um carpinteiro, ou é capaz de construir sua própria ponte para se aproximar daqueles com os quais rompeu contato?
As pessoas que estão ao seu lado, não estão aí por acaso.
Há uma razão muito especial para elas fazerem parte do seu círculo de relação.
Por isso, não busque isolar-se construindo cercas que separam e infelicitam os seres.
Construa pontes e busque caminhar na direção daqueles que, por ventura, estejam distanciados de você.
E se a ponte da relação está um pouco frágil, ou balançando por causa dos ventos da discórdia, fortaleça-a com os laços do entendimento e da verdadeira amizade.
Agindo assim, você suprirá suas carências afetivas e encontrará a paz íntima que tanto deseja.
Por; Iurd
Retirado Do Blog; universaljoinville
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
Sermão Da Montanha
1 Jesus, pois, vendo as multidões, subiu ao monte; e, tendo se assentado, aproximaram-se os seus discípulos,
2 e ele se pôs a ensiná-los, dizendo:
3 Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus.
4 Bem-aventurados os que choram, porque eles serão consolados.
5 Bem-aventurados os mansos, porque eles herdarão a terra.
6 Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça porque eles serão fartos.
7 Bem-aventurados os misericordiosos, porque eles alcançarão misericórdia.
8 Bem-aventurados os limpos de coração, porque eles verão a Deus.
9 Bem-aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de Deus.
10 Bem-aventurados os que são perseguidos por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus.
11 Bem-aventurados sois vós, quando vos injuriarem e perseguiram e, mentindo, disserem todo mal contra vós por minha causa.
12 Alegrai-vos e exultai, porque é grande o vosso galardão nos céus; porque assim perseguiram aos profetas que foram antes de vós.
13 Vós sois o sal da terra; mas se o sal se tornar insípido, com que se há de restaurar-lhe o sabor? para nada mais presta, senão para ser lançado fora, e ser pisado pelos homens.
14 Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder uma cidade situada sobre um monte;
15 nem os que acendem uma candeia a colocam debaixo do alqueire, mas no velador, e assim ilumina a todos que estão na casa.
16 Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras, e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus.
18 Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, de modo nenhum passará da lei um só i ou um só til, até que tudo seja cumprido.
Fonte; ceallankardec.org
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
A loja de Deus
Caminhando pela rua vi uma loja que se chamava "A LOJA DE DEUS".
Entrei na loja e vi um anjo no balcão.
Maravilhado lhe perguntei: Santo Anjo do Senhor, o que vendes?
Ele me respondeu: Todos os dons de Deus.
- Custa muito caro?
- Não, tudo é de graça.
Completei a loja e vi jarros e vidros de fé, pacotes de esperança, caixinhas de salvação e sabedoria. Tomei coragem e pedi:
- Por favor, quero muito Amor de Deus, todo predão dele, vidro de fé, bastante felicidade e salvação eterna para mim e para toda minha família.
Então o Anjo do Senhor preparou um pequeno embrulho que cabia na minha mão.
Sem entender perguntei-lhe:
- Como é possível colocar tantas coisas nesse pequeno embrulho?
O Anjo respondeu-me sorrindo:
- Meu querido irmão, na loja de Deus não oferecemos frutos, apenas sementes.
Entrei na loja e vi um anjo no balcão.
Maravilhado lhe perguntei: Santo Anjo do Senhor, o que vendes?
Ele me respondeu: Todos os dons de Deus.
- Custa muito caro?
- Não, tudo é de graça.
Completei a loja e vi jarros e vidros de fé, pacotes de esperança, caixinhas de salvação e sabedoria. Tomei coragem e pedi:
- Por favor, quero muito Amor de Deus, todo predão dele, vidro de fé, bastante felicidade e salvação eterna para mim e para toda minha família.
Então o Anjo do Senhor preparou um pequeno embrulho que cabia na minha mão.
Sem entender perguntei-lhe:
- Como é possível colocar tantas coisas nesse pequeno embrulho?
O Anjo respondeu-me sorrindo:
- Meu querido irmão, na loja de Deus não oferecemos frutos, apenas sementes.
Meu Coração Habitação de Cristo
Uma tarde,Convidei,Cristo a entrar em meu coração.E que entrada foi essa! Não foi Simplesmente algo Emocional ,nem teve nada de espetacular,mas foi muito real. Algo realmente
Aconteceu no centro da minha vida. Chegou ao meu coração que estava ás escuras e acendeu uma luz. Acendeu um fogo e o frio se foi.Pôs uma Música no Lugar em que antes reinava silêncio e, com sua companhia amorosa e indescritível,encheu o Vazio. Jamais me lamentei de ter aberto a Porta do meu coração a Cristo e nunca Lamentarei.
O ESCRITÓRIO;O primeiro Lugar foi o meu escritório a biblioteca. Em minha casa, essa área da mente é muito pequena com paredes Grossas Porem, é uma área muito Importante. De certa forma, é a sala de controle de toda a casa. Ele entrou comigo e, enquanto o Olhava, viu os Livros nas estantes, as revistas sobre a mesa, os quadros nas paredes. Comecei a
Sentir-me Um pouco incomodado.
Que estranho! Antes nunca sentira nada, mas agora Ele olhava tudo comecei a tomas consciência. Havia Livros sobre as estantes que aqueles olhos Santos não podiam contemplar. Entre as revistas que estavam sobre a mesa, havia Algumas que deveriam estar bem longe de Um crente em Cristo Jesus . E os quadros... a inspiração Para Alguns deles e o pensamento que representavam, Honestamente, eram embaraçados
Envergonhado, voltei-me a Ele e disse-lhe ´´Mestre, sei que este Lugar necessita ser limpo e posto em Ordem, Me Ajudaras a deixá-lo como é preciso?
´´Claro!´´, me respondeu,´´ ficarei Feliz em Ajudá-lo Em primeiro Lugar, pegue tudo que está Olhando e lendo, que Não seja Benéfico, puro,bom,honesto e tire tudo Aqui. Agora sobre as estantes Vazias coloque os Livros da BIBLIA. Este escritório e biblioteca com a Escritura e medite nela de di e de noite. Quanto aos Quadros Nas Paredes, será Difícil Para você controlar essas Imagens, porém tenho algo que o Ajudará. E me deu um quadro em tamanho Natural dELE mesmo.´´Ponha-o no centro ,disse-me,´´ na parede de sua mente.
Assim Fiz a Através dos Anos pude comprovar que quando meus Pensamentos Estavam centrados em Cristo, sua pureza e Seu poder Faziam retroceder os pensamentos Impuros. De Maneira que Ele Ajudou a pôr os meus pensamentos Sob o Seu Controle.
Fonte; VIVERCRISTÃO.COM
Fonte; VIVERCRISTÃO.COM
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