Mostrando postagens com marcador Adoração. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Adoração. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Deus É o Evangelho - John Piper


POR:  John Piper

Você já se perguntou por que o perdão de Deus tem algum valor? E quanto à vida eterna? Você alguma vez se perguntou por que uma pessoa iria querer ter vida eterna? Por que deveríamos desejar viver eternamente? Estas indagações têm importância porque é possível querer o perdão e a vida eterna por razões que provam que você não os tem.

Vejamos o perdão, por exemplo. Você pode desejar o perdão de Deus porque é muito infeliz com sentimentos de culpa. Você quer apenas um alívio. Se você crê que Ele o perdoa, então terá algum refrigério, mas não necessariamente a salvação. Se deseja o perdão simplesmente por causa de alívio emocional, não terá o perdão de Deus. Ele não o dá para aqueles que o usam unicamente para obter as Suas dádivas e não desejam ter a Ele mesmo.

Ou você pode querer ser curado de uma enfermidade ou conseguir um emprego ou encontar um cônjuge. Você então toma conhecimento de que Deus pode ajudá-lo a conquistar estas coisas, mas que primeiramente os seus pecados deveriam ser perdoados. Alguém orienta você a crer que Cristo morreu pelos seus pecados, e que se você crer nisto, seus pecados serão perdoados. Você então crê a fim de remover o obstáculo à saúde, ao emprego, e ao cônjuge. Essa é a salvação do evangelho? Penso que não.

Em outras palavras,importa o que se espera obter através do perdão. Importa o porquê de desejá-lo. Se quiser o perdão exclusivamente pelo interesse de saborear a criação, então o Criador não é honrado e você não está salvo. O perdão é precioso por uma razão definitiva: ele o capacita a desfrutar comunhão com Deus. Se não quiser o perdão por essa razão, não o terá de maneira alguma. Deus não será usado como moeda para a aquisição de ídolos.
Semelhantemente, perguntamos: por que queremos vida eterna? Alguém pode dizer: porque o inferno é a alternativa, e essa é dolorosa. Outro pode dizer: porque não haverá tristeza lá. Outro pode dizer: meus entes queridos foram para lá e quero estar com eles. Outros podem sonhar com sexo e comida incessantes. Ou riquezas mais nobres. Em todos estes propósitos uma coisa está faltando: Deus.

O motivo salvífico para se querer a vida eterna é apresentado em João 17.3: "Esta é a vida eterna: que Te conheçam, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste". Se você não desejar a vida eterna porque esta representa satisfação em Deus, então você não terá vida eterna. Simplesmente mentimos a nós mesmos que somos cristãos, se usarmos o glorioso evangelho de Cristo para conseguir o que amamos mais do que a Cristo. As “boas novas” não se mostrarão boas a ninguém para quem Deus não seja o benefício principal.

Esta está a maneira como Jonathan Edwards expressa estas verdades em um sermão para o seu povo em 1731. Leia o texto lentamente e deixe-o despertá-lo à verdadeira excelência do perdão e da vida.

"Os redimidos têm todos os seus reais benefícios em Deus. O próprio Deus é o maior bem que possuem e desfrutam por meio da redenção. Ele é o bem mais sublime, e a soma de todos os benefícios que Cristo adquiriu. Deus é a herança dos santos; Ele é a porção de suas almas. Deus é a sua riqueza e o seu tesouro, seu alimento, sua vida, sua moradia, seu adorno e diadema, sua honra e glória eternas. Eles não têm ninguém no céu, além de Deus; Ele é o grande bem a quem os redimidos são acolhidos na hora da morte, e para o qual eles ressuscitarão no fim dos tempos. O Senhor Deus, Ele é a luz da Jerusalém celestial; é o “rio da água da vida” que corre, e a árvore da vida que cresce, “no meio do paraíso de Deus”. As magníficas excelências e beleza de Deus serão o que, por todo o sempre, nutrirão os pensamentos dos santos, e o amor de Deus será o seu banquete eterno. Os redimidos desfrutarão de outras coisas; eles desfrutarão dos anjos, e desfrutarão uns dos outros: mas o que eles apreciarão nos anjos e uns nos outros, ou em qualquer outra coisa, o que irá conceder-lhes gozo e satisfação, será o que, de Deus, é visto neles."(Os Sermões de Jonathan Edwards: Um Leitor [New Haven: Yale University Press, 1999], pp. 74-75)

Deleitando-me em Deus através do evangelho, com você,
Pastor John

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

O padrão de justiça do homem e o de Deus

 por J. N. Darby
In: Um Deus Justo e Salvador


Todas as pessoas têm um certo conhecimento do bem e do mal; tal coisa elas dizem ser boa e tal coisa má. Mas talvez não existam duas pessoas que possuam exatamente o mesmo padrão do que seja bem e do que seja mal. O que as pessoas fazem é estabelecer um tal padrão do bem que possa incluir a elas próprias, e um tal padrão de mal que as exclua, e inclua outras. 

Por exemplo, o alcoólatra acha que não há muito mal em beber, mas poderia considerar um grande pecado roubar. O ambicioso, que talvez pratique todos os dias alguma fraude ou algum desfalque "no mundo dos negócios", procura justificar-se com o pensamento de que é necessário e normal agir assim nos negócios, "e, para todos os efeitos, não fico bêbado ou praguejo e blasfemo como os outros fazem", diz ele. 

Aquele que é imoral se orgulha de ser generoso e ter um bom coração para com os outros, ou, como se costuma dizer, "não faz nenhum mal aos outros, exceto a si mesmo". O homem honesto, moral, amável e cuidadoso para com sua família, satisfaz a si próprio fazendo o que ele chama de seu dever, e olha ao seu redor e se compadece dos pecadores declarados que vê; mas nunca considera quantos pensamentos maus, quantos desejos pecaminosos já produziu seu coração, mesmo que desconhecidos dos outros. Porém Deus julga o coração, apesar de o homem enxergar apenas a conduta exterior. Assim, cada um se compraz por não estar fazendo algum tipo de mal, e se compara sempre a alguém que tenha cometido algum pecado que ele acha haver conseguido evitar. 

Isso tudo prova que os homens não julgam a si próprios segundo um padrão único do que seja "bem" e do que seja "mal", mas tão somente tomam como sendo "bem" aquilo que mais lhes agrada e condenam os outros. Mas há um padrão, com o qual tudo será comparado, e de acordo com o qual tudo será julgado -- um padrão de justiça; e tudo o que não corresponder a ele será condenado eternamente. Este padrão não é nada menos do que a justiça de Deus. 

Quando alguém começa a descobrir que não é comparando a si próprio com os outros que ele será julgado, mas pela comparação com o próprio Deus, então sua consciência começa a ser despertada para pensar a respeito do pecado como quem está diante de Deus. Aí sim ele se reconhecerá culpado e arruinado; e não tentará justificar a si mesmo apontando para alguém que seja pior, mas ficará ansioso por saber se é possível que Deus, diante de quem ele sabe estar condenado, poderá desculpá-lo ou perdoá-lo. 

sábado, 15 de setembro de 2012

Obediência


Obediência 


LEITURA BÍBLICA 
Neemias 5.1-13 



Sacudi a dobra do meu manto e disse: Deus assim sacuda de sua casa e de seus bens todo aquele que não mantiver a sua promessa. Tal homem seja sacudido e esvaziado! Toda a assembleia disse: “Amém!”, e louvou o Senhor. E o povo cumpriu o que prometeu (Ne 5.13). 



A situação do povo de Jerusalém após o retorno do exílio babilônico não era fácil. Além da destruição, a injustiça e a exploração habitavam as ruas da cidade. As péssimas condições sociais geraram um verdadeiro caos, e por todo lugar crescia a desigualdade entre os próprios judeus. Algumas pessoas aproveitaram a desorganização social para oprimir os mais pobres, com alta cobrança de juros e penhora de bens e até de pessoas. Viver em Jerusalém nos dias de Neemias não era agradável: uns poucos enriqueciam explorando pessoas cada vez mais miseráveis. A vida era limitada pela ganância. 

Mas um dia Deus mostrou uma oportunidade para abrir o coração e deixar ecoar a voz do sofrimento. Alguns que não suportaram mais a exploração foram até Neemias e apresentaram toda a sua indignação com a violência e os maus tratos. Ele era um homem de Deus, responsável pela reconstrução física, espiritual, emocional e social de Jerusalém. Neemias não ficou calado diante de tanta injustiça. Agiu como um servo de Deus deve agir e encontrou forças no Senhor para mostrar que somente o verdadeiro temor a Deus e aos seus mandamentos possibilita a reconstrução de uma sociedade. Teve coragem de trazer à tona as práticas contrárias à Lei do Senhor e tornar evidente a tristeza de Deus. Enfrentou os opressores, desmascarou a ganância e mostrou que a obediência a Deus deve ser o principal objetivo de um povo. Deus é o justo juiz sobre a vida de todos, e somente a ele cabe abençoar ou “sacudir e despojar” aquele que, ao invés de fazer o bem, usa sua vida para amaldiçoar os que estão próximos. Viva para Deus, obedecendo aos seus mandamentos, e faça parte do seu povo! - CM 

sábado, 8 de setembro de 2012

Siga a Cada dia Com Jesus.

           
                             

               “Se alguém tem sede, venha a mim e beba.” 
Jo 7.37
Na festa dos Tabernáculos Jesus clamou ao povo sedento: “Se alguém tem sede venha a mim e beba, quem crer em mim conforme diz a Escritura, rios de água viva fluirão do seu interior”. Esse convite é dirigido também a você. Há uma sede em seu coração que o dinheiro, o sexo e o poder não podem satisfazer.
Deus colocou a eternidade no seu coração e nada daquilo que é terreno pode satisfazer sua alma. Esse convite é para um relacionamento pessoal com Jesus. Não basta ouvir falar de Jesus, é preciso vir a Jesus. Não basta saber que a água é boa; é preciso beber dessa água. Jesus o convida a crer nele não de acordo com o que dizem os homens, com as suas conveniências, mas como diz a Escritura. Jesus promete uma vida pura, abundante e feliz.
Se agora mesmo você colocar sua confiança em Jesus, terá dentro uma fonte que vai jorrar para a vida eterna. Haverá abundância de paz em sua alma. Haverá uma alegria indizível em seu coração. Haverá uma vida maiúscula à sua disposição. Corra agora mesmo para os braços de Deus e beba da água da vida.
– Deus de imensa graça, dessedenta a minha alma cansada. Dá o alívio necessário ao meu coração árido! Preciso de teu socorro. Eu quero experimentar da tua água. Em nome de Jesus. Amém.
Luz para o Caminho • lpc.org.br/cada-dia
CC BY-NC-ND 3.0 • This work is licensed under a Creative Commons Atribuição-Uso não-comercial-Vedada a criação de obras derivadas 3.0 Brasil License

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

A Necessidade da Presente do ESPIRITO SANTO

 

                                                   por Billy Graham
                                              O poder do Espírito Santo
Atualmente o mundo precisa de novo, desesperadamente, de um avivamento espiritual. Esta é a única esperança para a sobrevivência da raça humana.

Em meio aos problemas sem fim que o mundo enfrenta, os cristãos estão estranhamente silenciosos e impotentes, quase vencidos pelas ondas do secularismo. Mas os cristãos devem ser o "sal da terra"(Mt 5:13), protegendo o mundo em decadência de mais podridão. Eles devem ser a "luz do mundo" (Mt 5:14), iluminando a escuridão que o pecado produz, servindo de guia para um mundo que se perdeu do caminho. Nós devemos ser: "Filhos de Deus inculpáveis no meio de uma geração pervertida e corrupta, na qual resplandeceis como luzeiros no mundo" (Fp 2:15).

Por que não somos "sal" e "luz", como deveríamos? Por que não estamos fazendo muito mais para levar o reino de Deus aos corações e às vidas das pessoas? Sem dúvida temos muitos exemplos de cristãos que foram tocados por Deus e estão, por sua vez, tocando a vida de outros para levá-los a Cristo. Mas para cada exemplo destes há muito mais cristãos que vivem derrotados e sem alegria. Não têm vitória sobre o pecado nem sucesso no testemunhar. Causam pouco impacto sobre os que vivem ao seu redor, quanto ao Evangelho.

Então, se a maior necessidade no nosso mundo é sentir os efeitos de um avivamento, a maior necessidade da Igreja de Cristo no mundo todo hoje é experimentar o toque do Espírito Santo, trazendo "reavivamento" e "renovação" verdadeiros à vida de incontáveis cristãos.

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Como falhamos ?



por John Piper

1) Deus nos criou para a sua glória.
2) Portanto é nossa obrigação viver para a sua glória.
3) Deus nos criou para a sua glória.

1) Deus nos criou para a sua glória.
Trazei meus filhos de longe e minhas filhas, das extremidades da terra, a todos os que são chamados pelo meu nome, e os que criei para minha glória (Is 43.6, 7).

A compreensão correta de tudo na vida começa com Deus. Ninguém jamais entenderá a necessidade da conversão se não souber por que Deus nos criou. Ele nos criou "à sua imagem", para difundirmos sua glória no mundo. Fomos feitos para sermos prismas que refratam a luz da glória de Deus em tudo na vida. Por que Deus quis deixar que ajudássemos a refletir sua gloria é um grande mistério. Chame-o graça, ou misericórdia, ou amor —é urna maravilha indizível. Antes não éramos. Passamos a existir — para a glória de Deus!

2) Portanto é nossa obrigação viver para a sua glória
Quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus (ICo 10.31).

Se Deus nos fez para a sua glória, é evidente que devemos viver para a sua glória. Nosso dever vem do desígnio de Deus.

Que significa glorificar a Deus?
Não significa torná-lo mais glorioso. Significa reconhecer sua glória, valorizá-la acima de todas as coisas e fazê-la conhecida. Implica gratidão de coração: "Aquele que me traz ofertas de gratidão, esse me honra" (Si 50.23, BLH). Também implica confiança: Abraão, "pela fé, se fortaleceu, dando glórias a Deus" (Rm4.20).

Glorificar a Deus é dever não apenas dos que ouviram a pregação do evangelho, mas também dos povos que têm apenas o testemunho da natureza e da sua própria consciência:
Desde que Deus criou o mundo, as suas qualidades invisíveis, tanto o seu poder eterno como a sua natureza divina, têm sido vistas claramente. Os seres humanos podem ver tudo isso no que Deus tem feito e, portanto, eles não têm desculpa nenhuma. Embora conheçam a Deus, não lhe dão a honra que merece e não lhe são agradecidos (Rm 1.20, 21, BLH).
Deus não julgará alguém por deixar de cumprir um dever se a pessoa não teve acesso ao conhecimento desse dever. Mas mesmo sem a Bíblia, todas as pessoas têm acesso ao conhecimento de que fomos criados por Deus e por isso dependemos dele para tudo, devendo-Lhe gratidão e confiança do nosso coração.

Bem dentro de nós todos sabemos que é nosso dever glorificar nosso Criador agradecendo-lhe tudo o que temos, confiando nele para tudo o que precisamos e obedecendo a toda a sua vontade revelada

sábado, 1 de setembro de 2012

Ser Feliz


                          
por Augusto Cury
#Excerto do livro Dez Leis Para Ser Feliz

Ser feliz não é ter um céu sem tempestades, caminhos sem acidentes, trabalhos sem fadigas, relacionamentos sem decepções.
Ser feliz é encontrar força no perdão, esperança nas batalhas, segurança no palco do medo, amor nos desencontros.
Ser feliz não é apenas comemorar o sucesso, mas aprender lições nos fracassos.
Ser feliz não é apenas ter júbilo nos aplausos mas encontrar alegria no anonimato.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver a vida, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz não é uma fatalidade do destino, mas uma conquista de quem sabe viajar para dentro do seu próprio ser.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si e ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma.
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz, é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um “não”.
É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
É beijar os filhos, curtir os pais!
É ter momentos poéticos com os amigos, mesmo que eles nos magoem.
Ser feliz é deixar viver a criança livre, alegre e simples que mora dentro de cada um de nós.
É ter maturidade para falar: “Eu errei”.
É ter ousadia para dizer: “Me perdoe!”
É ter sensibilidade para expressar: “Eu preciso de você”.
É ter capacidade de dizer “Eu te amo”.E, quando você errar o caminho, recomece tudo de novo.
Pois assim você será cada vez mais apaixonado pela vida.
E descobrirá que...
Ser feliz não é ter uma vida perfeita.
Mas usar as lágrimas para irrigar a tolerância.
Usar as perdas para refinar a paciência.
Usar as falhas para esculpir a serenidade.
Usar a dor para lapidar o prazer.
Usar os obstáculos para abrir as janelas da inteligência.

Você Também Pode Gostar

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Arrisque!


porFilipe Melo

Qual é o sinal de que Deus está no controle de uma situação? Será que, para um plano ser da vontade de Deus, tudo tem que ocorrer perfeitamente conforme o planejado? Quantos abandonam a fé porque não compreendem as lutas que surgem pelo caminho… Creio que Deus quer falar diretamente ao seu coração através desta mensagem.  A partir de hoje, conto, com muita alegria,  com a participação do meu irmão, Filipe Melo que, junto comigo,  estará trazendo a vocês uma porção diária da Palavra do Senhor. Leia com atenção, reflita, ore. Deus falará ao seu coração!
Ouvindo hoje a pregação do meu Pastor em minha igreja me atentei a uma coisa que ele disse: “O verdadeiro cristão tem de se arriscar”.
Ouvindo essas palavras me veio à memória várias passagens na Bíblia que mostram pessoas que, para cumprir a vontade divina, se arriscaram perante os homens.
Nós, como cristãos contemporâneos, às vezes achamos que, para um plano ser da vontade de Deus, tudo tem que ocorrer perfeitamente conforme o planejado, senão Deus não está presente. Ou, quando queremos dar um passo maior em nossas carreiras, nossas empresas, nossas vidas, passamos anos e anos sem sequer dar um passo à frente com medo de nos arriscar, mas a Palavra nos ensina que nem sempre é assim:
Elias, quando profetiza ao rei Acabe no Primeiro livros dos Reis capitulo 17, se arrisca perante os homens, vai à frente do então rei de Israel e profetiza um tempo de desgraça para aquela nação, mesmo correndo o risco de ser morto e perseguido.
O fim da história nós já sabemos: apesar de todos os apertos que Elias passou e de todas as perseguições, fome, medo, depressão, Deus foi fiel a todo o momento dando imensuráveis vitórias ao seu servo.
Pedro, quando saiu daquele barco, no evangelho de Mateus capitulo 14, versículos 27 ao 32, para andar sobre as águas ao encontro de Jesus, não sabia aonde estava pisando mas ele tinha a certeza que, mantendo seu alvo em Cristo, conseguiria alcançar seu objetivo. Logo, então, o vento veio e com ele veio também o medo e a desconfiança. Ele já não mais achava que conseguiria chegar até o seu alvo que era encontrar com Jesus. No entanto, mais uma vez, a misericórdia de Jesus é tão grande que ele tomou Pedro nos braços e o trouxe à superfície. Poderia passar horas falando sobre homens e mulheres de Fé que colocaram sua vida, seus negócios, em risco para ouvir a vontade de Deus.
Deus é muito mais do que um grande contrato fechado, uma porta de emprego aberta. Deus é muito mais do que tudo isso. A Bíblia nos ensina no Salmo de 127, vers 1, que, se o Senhor não vigiar a cidade, em vão trabalha a sentinela. Não importa você ter todas as seguranças que o mundo te oferece você precisa manter seus olhos na direção de Deus.
Uma multinacional pode te oferecer um emprego milionário, mas se o Senhor não abençoar, ele pode quebrar de uma hora para a outra. Você pode ter um contrato fechado com uma grande empresa e achar que está tudo tranqüilo, mas não se esqueça que, se o Senhor não vigiar a cidade, em vão trabalha a sentinela.
Mantenha seus olhos na direção de Deus e não se firme na segurança dos homens. Bons empregos são importantes, grandes oportunidades não deixam de ser portas abertas por Deus, mas não fixe seus olhos apenas nisso. Lembre-se que, como Pedro. você não precisa enxergar o seu caminho lá na frente, precisa simplesmente saber que o alvo é Jesus e, se Ele falou para você ir, você não precisa nem de chão para pisar, por que ele te faz caminhar sobre as águas!
A Paz!

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

A igreja, um lugar de vida




POR; Hernandes Dias Lopes
A igreja é um lugar de vida, e nós podemos usufruir essa vida abundante, por três razões:
Em primeiro lugar, porque aqueles que estão em Cristo ao olharem para o passado têm convicção de que seus pecados foram perdoados. Todo aquele que pela fé veio a Cristo, e o recebeu como Salvador, foi justificado e não pesa mais sobre ele nenhuma condenação. Com respeito à justificação foi liberto da condenação do pecado. Seus pecados foram cancelados. Sua dívida foi paga. A lei foi plenamente cumprida e as demandas da justiça satisfeitas. Quem está em Cristo é nova criatura. Recebe um novo coração, uma nova mente, uma nova vida, uma nova família, uma nova pátria. Nosso passado foi passado a limpo e fomos lavados no sangue de Jesus e, agora, temos uma nova vida, sem as peias da culpa.
Em segundo lugar, porque aqueles que estão em Cristo ao olharem para o presente têm convicção de que podem viver estribados no poder de Deus. Aquele que está em Cristo não está mais debaixo do poder do pecado. Não é mais escravo do pecado. O poder que opera nele não é mais o poder da morte, mas o poder da ressurreição. Nele habita plenamente a palavra de Cristo. Ele foi feito templo do Espírito Santo. Cristo habita em seu coração pela fé. Ele morreu para o pecado e, agora, está vivo para Deus. A suprema grandeza do poder de Deus está à sua disposição para viver vitoriosamente, pois com respeito à santificação foi liberto do poder do pecado.
Em terceiro lugar, porque aqueles que estão em Cristo ao olharem para o futuro têm convicção de que caminham para a glória. O nosso futuro já está determinado. E determinado não por um destino cego, mas pelo Deus onipotente. Aqueles que Deus conheceu, predestinou, chamou e justificou, a esses Deus também glorificou. Nossa glorificação é um fato futuro, mas na mente de Deus e nos decretos de Deus já está consumado. Não caminhamos para um ocaso lúgubre, mas para a eternidade bendita. Não marchamos para um túmulo gelado, mas para a ressurreição gloriosa. Não nos assombramos diante de um futuro incerto, mas gloriamo-nos na esperança da glória de Deus. Receberemos um corpo semelhante ao corpo da glória de Cristo. Viveremos e reinaremos com Cristo por toda a eternidade. Deus, então, enxugará dos nossos olhos toda a lágrima, porque com respeito à glorificação seremos libertos da presença do pecado.
Autor: Hernandes Dias Lopes
Site: hernandesdiaslopes.com.br
Permissões:  Você tem a liberdade de compartilhar (copiar, distribuir e transmitir a obra), desde que adicione as informações de autoria, não altere o conteúdo original e não utilize para fins comerciais.

Coração Mentirosa


                 
                          


Fonte: Bíblia Diária de Estudo da Mulher – Editora Holy Bible 

“Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e perverso; quem o conhecerá?” (Jeremias 17:9)

Você sabia que somos responsáveis por nossa resposta à tentação? Se acreditamos nisso, poderemos não ser rendidos tão rapidamente e, com certeza, não vamos querer ser uma tentação para ninguém mais. Se eu pecar em resposta à tentação e levar outras pessoas a pecar, será muito pior!

Na história de Davi e Bate-Seba (registrada em 2 Samuel 11), Davi levou Bate-Seba a pecar. Não sabemos o que fez Davi desejá-la – apesar de podermos presumir que simplesmente a cobiçou depois que a viu, afinal era uma mulher de beleza incomum se banhando (2Sm. 11.2).

Não devemos presumir que Bate-Seba estava totalmente indefesa nesse cenário. Claro, Bate-Seba não poderia ter dito não, quando o rei enviou um mensageiro para buscá-la; ninguém ousaria recusar uma ordem do rei. Entretanto quando percebeu as intenções de Davi, poderia ter recusado as investidas dele, mas aparentemente acatou

Ambos, Davi e Bate-Seba, estavam numa situação de tentação. Havia chance de parar, mas não quiseram. Isso deve ter feito com que eles entendessem o que Jeremias explicou: “Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e perverso; quem o conhecerá?” (17.9). Conhecer do que somos capazes pode nos ajudar a saber o que fazer para evitar erros!

Nós, mulheres, precisamos ser muito cuidadosas para não nos colocar em tais situações de tentação. Também precisamos estar seguras de que não seremos objeto de tentação. Será que consciente ou inconscientemente estamos enviando sinais tentadores? Quais mensagens estamos enviando com os nossos olhos, com nossas palavras, com nossas roupas? É difícil admitir que somos capazes de fazer qualquer coisa enganosa!

“Nunca serei infiel ao meu marido” foram os votos de uma jovem esposa. Após cinco anos estava vivendo com o seu chefe. É fácil falar “nunca serei infiel”, se nunca tivermos uma oportunidade. Aqueles que encontram uma oportunidade para  a infidelidade sabem a batalha que travaram. Sabem que são capazes de pecar. Uma coisa maravilhosa na vida cristã é que, nesses momentos, Deus diz que nós dará poder para dizer não.

“Não sobreveio a vocês tentação que não fosse comum aos homens. E Deus é fiel; ele não permitirá que vocês sejam tentados além do que podem suportar. Mas, quando forem tentados, ele lhes providenciará um escape, para que o possam suportar.” (1 Coríntios 10:13)

Diga não a enviar sinais errados; dia não aos desejos inapropriados. Você não terá do que se arrepender.

sábado, 21 de julho de 2012

Não Seja Dono de Coisa Alguma



por A.W. Tozer
#Excerto do livro Cinco Votos para obter poder espiritual

Com isso, não quero dizer que não possamos possuir coisas.

Quero dizer que devemos ser libertos do senso de possuí-las. Esse senso de posse é o que nos embaraça.

Todos os bebês nascem com as mãozinhas fechadas, e isso me parece dizer: "Isto é meu!" Uma das primeiras coisas que eles dizem é "meu", com voz irada. Esse senso de "isto é meu!" é muito prejudicial para o espírito.

Se puder livrar-se disso, para que não tenha mais o sentido de posse sobre qualquer coisa, você sentirá grande liberdade em sua vida.

Não pense com isso que você precisa ven­der tudo quanto possui e distribuir como ca­ridade.

Não, Deus permitirá que você tenha seu carro e seus negócios, sua profissão e sua posição, qualquer que ela seja, contanto que entenda que isso não é seu, em absoluto, mas Dele, e que tudo quanto está fazendo é apenas trabalhando para Ele.

Então, poderá estar tranqüilo em relação a tudo isso, pois nunca precisamos nos preocupar por perder o que pertence a outra pessoa. Se essas coisas forem suas, você estará sempre olhando para as mãos para ver se ainda estão ali, mas se forem de Deus, já não precisa se preocupar com elas.

Permita-me apontar-lhe algumas das coisas que você tem de entregar a Deus. Suas posses são uma dessas coisas.

Alguns dos queridos filhos do Senhor estão sendo mantidos para trás porque existe uma bola e uma corrente presas em suas pernas.

Se for um homem, pode ser seu luxuoso carro ou a suntuosa casa. Se for uma mulher, talvez sejam suas louças de porcelana ou seus móveis estilo. Luiz XV, e tudo o mais.

Vamos considerar um precioso vaso como exemplo. Ali está ele, e se alguém batesse nele e o quebrasse, seu pobre dono provavelmente perderia cin­co anos de sua vida!

segunda-feira, 2 de julho de 2012

O que fazemos em segredo


POR:  Bob Kaufin
Nesta manhã, uma das minhas leituras foi Mateus 6. Três vezes essas palavras chamaram minha atenção:
E teu Pai, que vê em secreto, te recompensará. (Mt 6.4,5,18)
Jesus usou essa frase quando estava falando sobre dar, orar e jejuar. Isso me fez pensar mais cuidadosamente sobre levar os outros a adorarem a Deus.
Tendo a pensar que as partes mais importantes da minha vida são aquelas que todos veem. Culto de domingo, conferências, eventos públicos. Gasto muito tempo me preparando para os momentos em que estarei em frente de pessoas. Tenho uma tendência de pensar que esses momentos devem ter um significado maior que aquilo que faço quando ninguém está olhando. Certamente Deus está olhando mais atentamente e mais é alcançado pra o Reino quando estou liderando grandes multidões que quando estou sozinho. Certo?
Talvez.
Como sempre, Jesus atravessa as minhas pressuposições. O que ele disse pode revolucionar como eu penso sobre ministério público.
1. Deus acha que o que faço quando ninguém está olhando é muito importante.
Tempo sozinho pode parecer tão trivial. É por isso que podemos preenchê-lo facilmente com atividades aparentemente inofensivas, como o Facebook, Twitter, videogames, TV, filmes, internet; ou atividades mais pecaminosas, como ver pornografia, guardar amargura ou cobiçar aquilo que não temos. Mas Deus vê tudo. Nosso Pai celestial vê o que fazemos em segredo. Meditar nisso consistentemente nos leva ao temor do Senhor.
2. As recompensas da eternidade são melhores que as recompensas desta vida.
Milhões de pessoas gastam suas vidas perseguindo objetivos, posses e vitórias que desaparecerão quando elas morrerem. Jesus nos conta um segredo. As recompensas pelas quais viver são aquelas que o Pai entregará no último dia. Neste momento, o número de meus leitores no blog, amigos no Facebook, seguidores no Twitter, ou fãs terá efeito nulo em minha posição diante de Deus. Então por que essas coisas são tão importantes para mim agora?
3. Ser recompensado pelo Pai é infinitamente mais importante que ser recompensado pelas pessoas.
Não há nada inerentemente errado em honrar aos outros e ser honrado. De fato, Deus nos diz para dar honra a quem é digno dela (Rm 13.7). O problema é quando procuramos e vivemos pelo louvor dos homens ao invés do louvor de Deus (Jo 5.41-44). Quando agimos espiritualmente para impressionar os outros, temos toda a recompensa que conseguiríamos. Quando, pela graça de Deus em Cristo, ouvirmos “muito bom” no último dia, perceberemos, em um momento, a única avaliação que importa.
Resumindo: se eu estimo minha maturidade somente pelo que faço quando os outros me veem, posso estar terrivelmente enganado sobre minha verdadeira condição diante de Deus.
Que possamos ser fieis para ajudar pessoas em nossas igrejas a lembrarem que nosso Pai Celestial vê e recompensa – o que fazemos em segredo.
Traduzido por Josaías Jr | iPródigo | Original aqui

sábado, 23 de junho de 2012

Sobre os Dons Espirituais



por Vincent Cheung

A cada um, porém, é dada a manifestação do Espírito, visando ao bem comum. Pelo Espírito, a um é dada a palavra de sabedoria; a outro, pelo mesmo Espírito, a palavra de conhecimento; a outro, fé, pelo mesmo Espírito; a outro, dons de curar, pelo único Espírito; a outro, poder para operar milagres; a outro, profecia; a outro, discernimento de espíritos; a outro, variedade de línguas; e ainda a outro, interpretação de línguas. Todas essas coisas, porém, são realizadas pelo mesmo e único Espírito, e ele as distribui individualmente, a cada um, como quer. (1 Coríntios 12.7-11)
Paulo desejava que os coríntios tivessem um entendimento correto dos dons espirituais. Um teste fundamental é o testemunho que se oferece sobre Jesus Cristo. As operações de Deus são diversas. Com Pedro diz: “Cada um exerça o dom que recebeu para servir os outros, administrando fielmente a graça de Deus em suas múltiplas formas.” (1 Pedro 4.10). A base para a unidade deles é que todos procedem da mesma fonte. E porque procedem da mesma fonte, eles não podem trabalhar contra o outro, ou em competição com o outro.
Dons espirituais são a “manifestação” do Espírito Santo. O Espírito não é visto ou ouvido, mas ele se mostra por suas operações e efeitos. Todo o povo de Deus têm sabedoria e conhecimento, mas o Espírito capacita alguns a trazer mensagens cheias de insights poderosos para a edificação da igreja. Todos os cristãos têm fé, e a própria fé salvífica é um dom de Deus, mas há um dom de fé que sobrecarrega uma pessoa de confiança, de forma que ela pode, sem hipérbole, ordenar que uma montanha se atire no mar. A forma como esses poderes se demonstram poderia abranger um ampla gama de itens. Há muitos exemplos que poderíamos escolher: Elias sozinho multiplicou matéria, chamou fogo do céu e ressuscitou os mortos.
A lista não tem o intuito de ser completa, visto que outros dons são especificados em outros lugares, e não há razão para acreditar que todas as listas juntas formem um inventário exaustivo. A graça de Deus é multiforme, e as listas dão-nos meramente uma ideia dos tipos de coisas que o Espírito capacita as pessoas a fazer. Não há ninguém como o nosso Deus, e não há povo como o seu povo, revestido com o poder do céu. Toda manifestação do Espírito é dada para o bem comum. Os dons não são destinados a assegurar glória ou benefício pessoal. Eles são distribuídos de acordo com a vontade do Espírito, e Paulo sugere que uma pessoa pode orar por uma habilidade que lhe falte (14.13), a fim de edificar a igreja.
Fonte: Sermonettes, Volume 3, p. 40.
Tradução: Felipe Sabino de Araújo Neto – novembro/2011