sexta-feira, 2 de setembro de 2011

O Poder das Palavras Pode Mudar Qualquer coisa-Mude também as Suas


Obediência Cristã


“Eis que o obedecer é melhor do que o sacrificar ... porque a rebelião é como o pecado de feitiçaria, e a obstinação como a idolatria...” (1 Sm 15:22,23).
Obediência ou Submissão?        
Já dissemos que, para a implantação do governo de Deus, são necessários dois princípios: submissão e obediência. Quem ler a parábola dos dois filhos em (Mt 21:28-32), pode ter uma idéia da importância desses princípios aplicados na vida cristã. Lá se aprende que a submissão sozinha não destaca o caráter de um filho, e que ela não deve ser só de aparência. Afinal, o primeiro filho parecia ser tão bonzinho, mas não fez o que o pai mandou. O segundo sim, inicialmente foi insubmisso, afrontando a ordem do pai, mas depois se arrependeu e voltou atrás em sua decisão. Primeiro ele manifestou sua vontade - “não irei” - renunciando a ela seguir. No coração, antes de obedecer ele se submeteu. A sua atitude de insubmissão foi apenas exterior, ao contrário do seu irmão. Isto nos faz ver que a submissão e a obediência andam juntas; sendo que a submissão vem na frente, e ambas têm de ser de coração (2Co 10:6; Hb 13:17)Conta-se que uma certa família estava reunida à mesa na hora da refeição, como fazia habitualmente, e o menino mais moço brincava de pé na cadeira, promovendo a maior bagunça. Depois de advertido várias vezes pelo pai, sem resultado, este o tomou pelo braço à força, e sentenciou que aquela era a última vez que falava com ele. Por algum tempo o menino se calou, sentado, de braço cruzados, semblante cerrado, até que, finalmente explicou dizendo: estou sentado só por fora, mas por dentro continuo de pé”. Esta história ilustra a maneira como se processa o governo no coração de uma pessoa.  Ele será exercido de qualquer forma - pela autoridade ou pela força. O ideal é que seja pela autoridade, pois a força só deve ser usada para dar sustentação ao governo, ou algumas vezes, para restaurá-lo. Nunca, porém, para destruir os que se opõem a ele. Esta é a vontade de Deus (1 Tm 2:3,4). 

Andando em Obediência     
Quando se aceita a obediência como uma experiência normal da vida cristã, deve-se também, entender que ela tem de ser constante. Não se pode obedecer apenas quando se quer, umas vezes sim e outras não. Mesmo que não se possam entender completamente todas as ordens, ou que estas pareçam não fazer sentido. Vamos citar agora dois personagens bíblicos que estiveram envolvidos diretamente com a autoridade. Um obedeceu, outro desobedeceu. O primeiro é Abraão. Quando Deus mandou Abraão sair de sua Terra ele estava com setenta e cinco anos de idade. Essa mobilidade de Abraão teria sentido se ele fosse jovem. Sair de um lugar seguro, onde habitava, largar para trás sua família rompendo laços adquiridos durante anos, é complicado. E tudo em função de uma aventura! Mas Abraão obedeceu a uma voz e partiu sem saber para onde ia (Hb 11:8). Mais tarde, após cumprir a promessa de dar um filho a Abraão, Deus mandou simplesmente matá-lo e oferecê-lo em sacrifício.
Como Abraão teria uma descendência? Novamente, Abraão renunciou à sua vontade, mesmo sem entender direito. Hoje em dia os homens procuram entender as ordens de Deus enquanto a oportunidade de implantar seu governo vai passando. O Segundo personagem é Saul. Num certo episódio ele decidiu não esperar mais pelo sacerdote e ofereceu um sacrifício a Deus, dizendo-se forçado pelas circunstâncias I Sm. 13:12. Saul desobedeceu. Noutra feita, foi-lhe ordenado guerrear contra Amaleque destruindo todos os seus pertences e o seu povo. Novamente Saul usa a razão para contrapor a vontade de Deus e poupa o que considerava ser o melhor do despojo, com a desculpa de que era para oferecer a Deus. Seria, afinal, um grande desperdício - pensou Saul. Acontece que Deus não queria nada daquilo, somente a obediência de Saul. Samuel, o sacerdote, repreende Saul severamente, e Saul, por sua vez, busca o perdão sem encontrar (1 Sm 15:22, 23, 25-28). Aprende-se aqui que desobedecer é o mesmo que rebelar-se, ou sacrificar a outros deuses, abrindo espaço para outro governo que não o do verdadeiro Deus. 
Quem Devemos Obedecer?         
Poderíamos responder a essa pergunta simplesmente dizendo: “a Deus”. Mas não é tão simples assim. Aliás, esta resposta é tão simplista que faz com que a pergunta pareça tola. Na vida cotidiana observamos pessoas que, para não correr risco algum, obedecem a qualquer um. Isso está errado. Muitos foram desobedientes à Palavra por obedecerem a espíritos enganadores (1 Tm 4:1). Há também os que obedecem com restrições, mas com tantas restrições que também acabam se transformando em “donos da verdade” (Rm 1:25; 2:17-24). Todo cristão deve aprender a reconhecer a autoridade quando se deparar com ela.
Fonte; terradosmilagres.com

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Amor Cristão


Jesus disse que o primeiro e grande mandamento é amar a Deus de todo o coração, alma e entendimento; e o segundo, semelhante a este, é amar ao próximo como a si mesmo. Estes dois mandamentos são, portanto, a base da vida cristã.
Em I João 3 diz: “Amados, amemo-nos uns aos outros, porque o amor é de Deus; e todo o que ama é nascido de Deus e conhece a Deus. Aquele que não ama não conhece a Deus; porque Deus é amor.”
João diz que se não amamos de fato a Deus e ao nosso próximo não conhecemos a Deus! É impossível conhecer a Deus sem viver em amor. Isso porque Deus é amor. Como conhecer Deus sem conhecer na prática o amor, ou como amar verdadeiramente sem conhecer a Deus?
Essa palavra é muito séria. É uma pena que quase não paramos para meditar nela, afinal ouvimos tanto que Deus é amor, que essa mensagem se tornou algo simples, automático em nossos corações. Porém, muitas vezes, por não meditarmos, ela não produz em nós mudança e uma busca por esse amor verdadeiro.
A Palavra diz que se alguém diz que ama a Deus, mas odeia o seu irmão, é mentiroso. Pois como alguém pode amar a Deus que não vê, se não amar a seu irmão a quem vê? Além disso, Deus diz que quem odeia a seu irmão é assassino! Diante da seriedade dessa palavra não há outra alternativa a não ser reavaliar os nossos corações, as nossas reais intenções e sentimentos para com o nosso próximo. Pois, quantas vezes nós dizemos que somos servos de Deus, que temos intimidade com Ele, mas não medimos esforços para pisar nas pessoas que nos cercam a fim de alcançarmos nossos objetivos. Fazendo isso somos mentirosos e o amor de Deus não está em nós, não somos nascidos de Deus!
Vemos assim que amar é o grande mandamento, imprescindível para quem deseja conhecer e servir a Deus. É isso que Jesus disse aos seus discípulos: “Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos, se tiverdes amor uns aos outros” (João 13:35).
O amor é então uma condição para que venhamos a conhecer a Deus e, também, para sermos discípulos Dele. É a marca dos que seguem a Cristo. Além disso, o amor é condição necessária para que nos tornemos amigos de Deus: “O meu mandamento é este: que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei. Ninguém tem maior amor do que este, de dar alguém a sua vida pelos seus amigos. Vós sois meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando” (João 15:12-14).
Quais são, então, as principais características desse amor que devemos ter uns pelos outros?
* No texto que acabamos de ler, vemos o ideal de amor, que é um amor capaz de dar a própria vida pelo seu amigo, Jesus teve esse amor por nós. Portanto, devemos buscar tê-lo também para com as pessoas que nos cercam;
* Em Romanos 12:9, o apóstolo Paulo nos mostra uma outra característica do amor: “o amor seja não fingido”. Portanto, devemos ser sinceros em tudo, quando não nutrirmos um amor verdadeiro por alguém devemos nos consertar, mas em hipótese alguma devemos fingir sentir algo. Creio que a falsidade irrita profundamente o nosso Deus;
* O amor sincero nos leva a preferir em honra o próximo: “Amai-vos cordialmente uns aos outros com amor fraternal, preferindo-vos em honra uns aos outros” (Rm 12:10);
* Em Romanos 13:10 diz que “o amor não faz mal ao próximo. De modo que o amor é o cumprimento da lei”. Portanto, quem ama deseja o melhor para o próximo;
* Em I Coríntios 13 vemos outras características do amor: “O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não se vangloria, não se ensoberbece; o amor jamais acaba”;
* Pedro nos admoesta a de coração amar-nos ardentemente uns aos outros, porque o amor cobre uma multidão de pecados. Quem ama perdoa;
(I Pedro 1:22; 4:8).
* Em I Timóteo 1:5 diz que o amor procede de um coração puro, de uma boa consciência, e de uma fé não fingida.
É, o amor é fundamental. Foi por amor que Deus nos chamou e nos atraiu para si. Foi por amor que Jesus se entregou até a morte para que tivéssemos vida. Foi por amor que Jesus não nos deixou órfãos, antes nos enviou Seu Espírito, que é o Consolador. É por amor que a cada dia Ele nos perdoa e nos dá uma nova chance. É por amor que Ele não desiste de nós, mesmo quando nós desistimos Dele. Esse é o nosso Deus, Deus de infinita graça, de misericórdia, de bondade, de paciência... muitos são os atributos do nosso Deus e o maior deles é o Seu amor!
Só há uma forma de retribuirmos tudo quanto Ele tem feito por nós, aliás, só há uma coisa que Ele espera de nós: amor. Pois do amor derivam todas as outras qualidades que um cristão precisa ter. O amor une perfeitamente todas as coisas.
É claro que não é uma tarefa fácil praticar esse amor. Se fosse fácil boa parte dos problemas do povo de Deus estariam resolvidos. Realmente amar a quem nos ama é fácil, difícil é amar a quem nos persegue, a quem nos oprime, a quem nos tem por inimigos, a quem pensa e age de forma diferente de nós. Porém, é possível sim amar essas pessoas, Deus nos capacita para isso através da pessoa do Espírito Santo. Pois o amor é um dos frutos do Espírito. Devemos então nos avaliar, ver o que há de errado em nós, pedir perdão e perdoar quando necessário e, principalmente, recorrer com humildade ao Espírito Santo para que Ele produza em nós esse fruto tão precioso.



Por; Andréia Rocha

Entregar a Nossa vida a Cristo


O que é a nova vida em Cristo?

II Coríntios 5:17
 “Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo.”

Colossenses 1:26-27
 “O mistério que esteve oculto desde todos os séculos, e em todas as gerações, e que agora foi manifesto aos seus santos; Aos quais Deus quis fazer conhecer quais são as riquezas da glória deste mistério entre os gentios, que é Cristo em vós, esperança da glória;”

É uma vida nova, com nova mentalidade, novas perspectivas, uma vida plena de fé, esperança e amor. É uma nova condição de vida, uma nova condição de autoridade. As coisas velhas já passaram, tudo se fez novo. É você estar associado com Cristo Jesus, o Senhor e Salvador, é estar em comunhão com Deus, o Criador de todas as coisas, é você ser guiado pelo Espírito Santo de Deus em tudo o que fizer e falar. É ter vitória sobre tudo aquilo que outrora lhe trazia derrota, desânimo, frustração.

O que é não ter Cristo?

Efésios 2:1-3
 “E vos vivificou, estando vós mortos em ofensas e pecados, Em que noutro tempo andastes segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe das potestades do ar, do espírito que agora opera nos filhos da desobediência. Entre os quais todos nós também antes andávamos nos desejos da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos por natureza filhos da ira, como os outros também.”.

É estar separado de Deus, é não ter relacionamento pessoal com Deus, é estar morto em seus delitos e pecados. É sucumbir diante dos obstáculos e violência da vida. É estar triste, amargurado, sem esperança, sem ter expectativas a respeito da vida e da eternidade. É não ter a pessoa de Jesus morando em seu coração.

Como aceitá-lo?

João 1:12
 “Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que crêem no seu nome;”

Romanos 10:9-10
 “A saber: Se com a tua boca confessares ao Senhor Jesus, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo. Visto que com o coração se crê para a justiça, e com a boca se faz confissão para a salvação”.
A Bíblia nos ensina que precisamos crer com o nosso coração e confessar com nossos lábios que Jesus é o Filho de Deus, que o reconhecemos como nosso único e suficiente Senhor e Salvador, que Ele levou sobre Si os nossos pecados e nos dá o perdão. A salvação vem pela fé, pelo favor de Deus a nós, ainda que não merecedores desta salvação, não importando o que já tenhamos feito, pois a misericórdia e o amor de Deus, em Cristo Jesus, nos alcançam trazendo o perdão e a salvação, entre outras riquezas celestiais.
Você poderá fazer esta oração a qualquer momento e em qualquer lugar:
"Senhor Jesus, muito obrigado pela minha vida, eu te recebo no meu coração, como meu único Senhor e Salvador, eu peço perdão pelos meus pecados e renuncio a Satanás, seus demônios e suas obras, Espírito Santo, venha ser meu amigo e transforma a minha vida, e eu perdôo a todas as pessoas que me ofenderam, me magoaram e me rejeitaram. Amém"
Efésios 2:4-10 “Mas Deus, que é riquíssimo em misericórdia, pelo seu muito amor com que nos amou, Estando nós ainda mortos em nossas ofensas, nos vivificou juntamente com Cristo (pela graça sois salvos), E nos ressuscitou juntamente com ele e nos fez assentar nos lugares celestiais, em Cristo Jesus; Para mostrar nos séculos vindouros as abundantes riquezas da sua graça pela sua benignidade para conosco em Cristo Jesus. Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie; Porque somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus preparou para que andássemos nelas”.

fonte; Comunidade Cristã ABBA

Jesus eu Quero te Seguir!


“Se alguém quer me seguir renuncie a si mesmo, tome a sua cruz e 
SIGA-ME!” (Mt 16,24)

Renunciar e Seguir, essas duas palavras estão diretamente ligadas a Jesus Cristo. Para seguir Jesus é preciso renúncia. Renunciar não apenas o que em mim não está bom, não abandonar apenas as imperfeições, mas renunciar toda espécie de sentimentos e ações que nos dá prazer e que nos afasta do Cristo...
Mas onde está a felicidade? A felicidade está em fazer a vontade de Deus, certamente se conseguirmos renunciar o mundo conseguiremos seguir Jesus.
Mas não pensemos que seguir Jesus é somente viver em paz, viver em alegria, ao contrário, seguir Jesus implica em viver em constante batalha, em constante abandono.
Mas se seguir Jesus implica em viver em abandono e renúncia, qual é a vantagem de seguir Jesus?
A Vantagem está na novidade que Cristo traz, e só Ele pode nos trazer, a vantagem está em seguir aquele que jamais nos abandona, a vantagem está em seguir aquele que tudo sabe a nosso respeito e mesmo assim continua nos amando independente dos quão pecadores somos...
A renúncia acontece gradativamente, cada dia de uma forma diferente, podemos viver a renúncia, quando deixamos de dizer calúnias de um irmão, quando sacrificamos algo que gostamos muito para oferecer como oferta agradável a Jesus.  Podemos viver a renúncia cada dia de uma nova e diferente maneira...
Difícil renunciar tudo não é? Difícil, porém possível.


       Fonte ;pallavradobem

Fé, Perdão e Graça

 Contudo Jesus dizia: Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem.”(Lc.23:34 a)

 Neste relato sobre a crucificação de Jesus, temos a surpreendente oração que trouxe à tona o propósito divino, “o perdão para os nossos pecados”.
A crucificação de Jesus revela o que o mundo é: “o povo estava ali e a tudo observava” com insensível indiferença; os governantes, que queriam a religião sem um Cristo divino crucificado por seus pecados, zombavam (Mt.27:41); os malfeitores blasfemavam e o injuriavam; o pecador consciente, orava; os cobiçosos assentaram-se diante da cruz e jogaram um jogo sórdido. A cruz foi e é o julgamento deste mundo e tendo Jesus sofrido em nosso lugar, nos deixou o exemplo para que pudéssemos seguir os seus passos. Estas mesmas palavras: “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem”, ressoou nos lábios de Estevam, diante da morte, à exemplo de Jesus, expressou rendição e a fé diante do Pai, confiando-Lhe todo o julgamento; que maravilhosa demonstração de fé!
o qual não cometeu pecado, nem dolo algum se achou em sua boca, pois ele, quando foi ultrajado não revidava com ultraje, quando maltratado não fazia ameaças, mas entregava-se àquele que julga retamente.” (1Pe.2:22,23)
 Perdoar é um ato de fé em Deus, é entregar o julgamento ao Pai, como reto juiz. Quando confio em Seu julgamento, manifesto a minha fé e sou capaz de perdoar como Cristo me perdoou. O perdão é exercido em fé.
 “De fato, sem fé é impossível agradar a Deus, porquanto é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe e que se torna galardoador dos que o buscam.” (Hb.11:6)
Há uma mentira que herdamos com a queda de Adão e Eva, que é a de tomarmos o lugar de Deus e quando não perdôo, tomo o julgamento nas minhas mãos, é como se quisesse me igualar a Deus, ocupando o Seu lugar; diria que é um sentimento “luciferiano” que não entendemos e nos deixamos aprisionar.
Jesus Cristo diante dos seus discípulos, em Mateus no capitulo 18, fala com propriedade a respeito do perdão (v.15) e transcorre dizendo:
 “Em verdade vos digo que tudo o que ligardes na terra terá sido ligado nos céus, e tudo o que desligardes na terra terá sido desligado nos céus.” E acrescenta:
 “Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, ali estou no meio deles.”
Jesus estava querendo dizer: Prestem atenção a tudo que se diz, pois estou presente e testifico às suas obras neste mundo. Você tem prestado atenção às palavras da sua boca? Ao que tem sido ligado ou desligado na terra que consequentemente está sendo ligado ou desligado nos céus? Por que será que muitas respostas nunca chegam?
Quanto a questão de quantas vezes se deve perdoar, Jesus olhou para Pedro e respondeu:
Não te digo que até sete vezes, mas setenta vezes sete.”
É como se Jesus dissesse: “Pedro, se você está procurando um número, que tal quatrocentos e noventa!” Jesus, certamente estava dizendo que, quanto ao perdão, não há limites. E do versículo 23 em diante, acrescentou a parábola do credor incompassivo, dizendo: 
Por isso, o reino dos céus é semelhante a um rei que resolveu ajustar contas com os seus servos.”
Trouxeram diante do rei, um que lhe devia 10.000 talentos. Um talento correspondia a 6.000 denários na moeda da época. Este montante em dinheiro correspondia a uma dívida impagável, e ordenou o senhor que fosse vendido ele, a mulher, os filhos e tudo quanto possuía e que a divida fosse paga. O devedor prostrou-se e rogou dizendo: “Sê paciente para comigo e tudo te pagarei.”  Ele pediu um prazo que não estava ao seu alcance, portanto, o senhor daquele servo, compadecendo-se, mandou-o embora, e perdoou-lhe a dívida.
Saindo, porém aquele servo, encontrou um dos seus conservos que lhe devia cem denários; e, agarrando-o, o sufocava, dizendo: Paga-me o que me deves. Então o seu conservo, caindo-lhe aos pés, lhe implorava: Sê paciente comigo, e te pagarei. Ele, entretanto, não quis; antes, indo-se, o lançou na prisão, até que saldasse a dívida.”
 Vendo os seus companheiros o que se havia passado, relataram ao seu senhor, que o chamou de volta e lhe disse:Servo malvado, perdoei-te aquela dívida toda porque me suplicaste; não devias tu, igualmente, compadecer-te do teu conservo, como também eu me compadeci de ti?
E indignando-se, o seu senhor o entregou aos verdugos, até que lhe pagasse toda a dívida.”
E complementa Jesus:
Assim também meu Pai celeste vos fará, se do íntimo não perdoardes cada um a seu irmão.”
Vale salientar que esta Palavra refere-se a alguém que provou o favor e o perdão do Senhor, mas pela sua insensibilidade e crueldade, negou o perdão ao seu conservo, cancelando o pagamento da sua própria dívida. De credor, voltou a ser devedor e foi lançado à prisão. O verdugo tem direito legal e é liberado para reclamar os bens, a vida e a família daquele que não perdoou. Esta questão é capaz de definir quem somos diante de Deus e diante dos homens; fomos chamados a ser perdoadores, já que provamos o perdão de Deus através da Cruz. Ao olharmos na direção de Deus, que é Santo, que não peca, a nossa dívida é enorme, impagável e necessitamos da graça revelada por meio de Jesus Cristo, para saúda-la, mas ao olharmos em direção ao outro, vemos que somos todos, devedores. Então, não deveríamos perdoar? Um traço marcante sobre a vida daquele que não perdoa, é ser implacável com qualquer um que lhe desagrade, por isso, que o Espírito Santo traga revelação ao coração daquele que crê em Jesus, se há questões de dívidas que necessitem ser perdoadas,  para que a benção de Deus seja liberada.

Filhinhos meus, estas cousas vos escrevo para que não pequeis. Se todavia, alguém pecar, temos Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o justo; e ele é a propiciação pelos nossos pecados, e não somente pelos nossos próprios, mas ainda pelos do mundo inteiro.” (1Jo.2:1 e 2)

Fonte;palavraapostolica.com

'Deus quer que eu seja feliz, por que eu tenho tanto sofrimento? - John Piper